Focado no retorno do futebol, FES pede ajuda do Governo Capixaba para testar atletas
O presidente da entidade, Gustavo Vieira, teve uma reunião com membros do governo estadual, na noite de sexta-feira (05)
O presidente da entidade, Gustavo Vieira, teve uma reunião com membros do governo estadual, na noite de sexta-feira (05)
Vitória, ES, 06 (AFI) – Assim como diversas outras federações, a Federação de Futebol do Espírito Santo (FES) está focada em conseguir, o quanto antes, a autorização para a retomada do Campeonato Capixaba. Para isso, a entidade pediu a ajuda da Secretaria de Saúde, para testar todos os jogadores da Série A e B estadual contra o covid-19, como meio para viabilizar esse retorno.
Tanto que na noite desta sexta-feira, o presidente da FES, Gustavo Vieira, teve uma reunião com membros do governo estadual, para solicitar essa ajuda que facilitaria todo o protocolo para retorno do futebol no estado. Logo após o fim dessa conversa, a entidade que gere o futebol no Espírito Santo, enviou uma nota oficial para os clubes filiados revelando esse pedido de auxilio (confira abaixo).
“Caros Dirigentes, estive hoje pela manhã reunido com o Secretário Estadual de Esportes e Lazer, Júnior Abreu, para tratar de ações que viabilizem o retorno dos Estaduais Séries A e B, quando for autorizado pelos órgãos competentes. Na oportunidade solicitei apoio do Governo do Estado na implementação dos protocolos sanitários nos clubes e durante as partidas, e testes nas comissões técnicas, atletas e árbitros. Além de outras medidas de apoio aos clubes participantes. Vamos manter a serenidade e a fé, pois isso vai passar”.
VISÃO DO GOVERNO
Do outro lado, o secretário de Esporte e Lazer Júnior Abreu, que está intermediando todas as conversas, disse que irá analisar junto ao Governador do Estado, para avaliar cada uma delas.
“O auxílio a atletas e federações e a ajuda na implementação dos protocolos de saúde, durante o retorno serão analisados e discutidos posteriormente com membros da Secretaria da Saúde e do comitê responsável pelas decisões ligadas ao coronavírus”.






































































































































