Candangão: Gama prepara a volta sem técnico e outros três jogadores
O técnico Vilson Tadei, que tem 64 anos, está no grupo de risco do novo coronavírus e não volta neste primeiro momento
O técnico Vilson Tadei, que tem 64 anos, está no grupo de risco do novo coronavírus e não volta neste primeiro momento
Brasília, DF, 29 (AFI) – Depois do decreto do Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que liberou as equipes de futebol do Distrito Federal voltarem aos treinamentos, desde que cumpram o protocolo de segurança e da saúde, o Gama prepara sua volta aos trabalhos, depois de mais de 100 dias parado em função da pandemia do novo coronavírus.
FALA DO PRESIDENTE
O presidente gamense, Weber Magalhães, em entrevista ao Donos da Bola DF, da Band Brasília, falou sobre a programação do alviverde candango:
“Depois do decreto de liberação do Governo de Brasília, já nos reunimos com nossa comissão técnica e diretoria do clube. Já foram pautados os passos que teremos de tomar inicialmente.
A primeira providência serão os testes para saber se algum profissional nosso possa estar positivo para este Covid-19. Depois desses resultados, então vamos mobilizar todos no clube que estiveram aptos para os trabalhos visando a volta ao Candangão”, disse Weber Magalhães.
AUSÊNCIA DO TÉCNICO
A grande preocupação do dirigente gamense está na ausência do técnico Vilson Tadei: “Seguindo os protocolos de saúde e segurança, temos alguns profissionais nossos que são do grupo de risco, caso do nosso comandante Vilson Tadei, que tem 64 anos.
Eu como presidente, tenho 62 anos e também não poderei estar nos trabalhos do dia a dia. Vamos procurar alternativas para suprir estas ausências de profissionais que estão impedidos de trabalharem neste momento”, afirmou o presidente do Gama.
Três atletas não se reapresentam ao clube. São eles o goleiro Rafael Copetti que acertou sua ida para o Pelotas/RS, o volante Tarta, emprestado ao Juventude de Caxias do Sul e o meio campista Luquinhas. Weber Magalhães explicou o que aconteceu com Luquinhas:
PRESIDENTE EXPLICA SAÍDA DE LUQUINHAS
“O atleta foi à justiça reclamando de salários e teve o ganho de causa para deixar o clube. Estamos trabalhando junto ao elenco para expor nossa situação financeira. Estamos enfrentando problemas e não escondemos de ninguém.
Aguardamos um aporte financeiro que já deveria ter chegado, mas devido à esta pandemia, ainda não foi possível. Tudo no Gama é difícil. O nosso clube depende de patrocínios, de Timemania e estamos trabalhando em busca de resolver esta situação.
Tivemos uma luz que foi o contato do Banco de Brasília, depois do movimento da nossa torcida Ira Jovem. Não temos nada contra o Flamengo. Inclusive os jogos dele aqui em Brasília ajudam a nossa federação. Queremos é participar da festa e parece que as portas estão se abrindo”, encerrou o presidente do Gama, Weber Magalhães.

CANDANGÃO
O Gama lidera a primeira fase do Candangão 2020 com 28 pontos, a mesma pontuação do Brasiliense. O clube alviverde tem um jogo ainda por disputar frente ao Real Brasíla. Um empate garantirá ao Gama a manutenção do primeiro lugar e com isso jogará com vantagens nas próximas fase da competição. Neste momento o adversário gamense na próxima fase é o Sobradinho Esporte Clube.





































































































































