Futebol do Rio de Janeiro desmonta o criado clima de pavor
Futebol do Rio de Janeiro desmonta o criado clima de pavor
Futebol do Rio de Janeiro desmonta o criado clima de pavor

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro pode esfregar na cara dos incrédulos que tinha razões de sobra quando defendeu o recomeço da competição regional no Estado, mesmo quando bradavam que aquela posição era de irresponsabilidade por causa da pandemia do coronavírus.
Dia seis de junho, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, assinou decreto de permissão de jogos de futebol, decisão igualmente acompanhada pelo prefeito da cidade, Marcelo Crivella.
Decisões geraram críticas ácidas de parcela da mídia, justificadas pelo crescente número de pessoas infectadas e óbitos decorrentes do vírus.
Até o ex-centroavante Ronaldo Fenômeno acompanhou o coro de contestadores, mas no dia 18 de junho a bola voltou a rolar com Flamengo e Bangu, para seguimento da competição regional, com epílogo na última quarta-feira.
PALPITEIROS
E agora José?
O que dirão os senhores palpiteiros que alardearam por aí decisão inconsequente da volta do futebol?
Cadê o risco que premeditaram sobre os envolvidos?
Quantos casos de contaminação por causa dos jogos, hein?
Silêncio sepulcral!
E senhor, João Dória, governador de São Paulo, que esticou a proibição dos treinamentos presenciais dos atletas?
O que o senhor tem a dizer sobre o fluxo normal do futebol no Rio de Janeiro?
PROTOCOLOS
Paulistas e cariocas ainda convivem com situações semelhantes em relação a esse bicho oriundo da China, mas no Rio de Janeiro as autoridades sanitárias tiveram percepção que o rigor do cumprimento de protocolos estabelecidos seria suficiente para que a bola rolasse, e assim o Estado puxou a fila. Evitou aquela paúra desmedida de outros governantes.
Rigor do cumprimento, vírgula!
Quando boleiros adversários se desentenderam em campo, reviveram aquelas trocas de olhares carrancudos frente a frente, a um palmo de distância.
Nos lances de gols, nada de se orientar pelo cumprimento oriental. Foram abraços & abraços.
E está todo mundo aí, são e salvo.





































































































































