Brigatti preparou o cabeceador para explorar o jogo aéreo?
Brigatti preparou o cabeceador para explorar o jogo aéreo?
Brigatti preparou o cabeceador para explorar o jogo aéreo?
Quem previa a Ponte Preta na Série A2 do Paulista de 2021, com viagens a Penápolis, Sertãozinho, Monte Azul, jogo na Rua Javari do Juventus, hoje refaz as contas e projeta que ela seja adversária do Santos na fase quartas-de-final do presente Paulistão.
É natural que em vencendo o Mirassol e beneficiada por dois resultados combinados de clubes encrencados na zona da degola, a Ponte escapa.
Mais que isso: tem amplas possibilidades de classificação, pois o Água Santa é tido como zebra no jogo contra o Palmeiras, enquanto o Oeste, mesmo que vença o Corinthians e alcance os 13 pontos projetados pela Ponte, perde no critério número de vitórias.
Pra cá nós: se a Ponte empatar com o Mirassol merece ser castigada, embora o adversário deva se fechar e optar pelos contra-ataques, até porque só precisa do empate para garantir classificação.
Quem viu o jogo do Mirassol no empate sem gols com o fraquíssimo Água Santa, teve a clara percepção de adversário plenamente ‘batível’.
O Mirassol sofreu sufoco o jogo inteiro, e mostrou enorme vulnerabilidade no jogo aéreo defensivo, que o adversário não soube aproveitar.
Cabe avisar aos navegantes que o zagueiro central do Mirassol é Thiago Alves, que já passou pelo Estádio Moisés Lucarelli.
AVANÇAR UM ZAGUEIRO
Se no roteiro projetado pelo Mirassol, espera-se cinturão de marcação atrás da linha da bola, é natural que jogadores pontepretanos optem por insistentes cruzamentos dos lados do campo.
Aí fica a pergunta: cadê o cabeceador, visto que Roger está suspenso?
Bruno Rodrigues e Safira podem eventualmente marcar gols de cabeça, mas não são talhados para a especialidade.
Se o treinador pontepretano João Brigatti constatou a citada deficiência do Mirassol e sugere tirar proveito, deveria ter mirado no competentíssimo português Jorge Jesus que, nos tempos de Flamengo, sabiamente avançava o quarto-zagueiro Gustavo Henrique – de elevada estatura e cabeceador – pra função de centroavante em trechos de partidas, com bola rolando.
Claro que a estratégia bem-sucedida foi treinada, e o volante Willian Arão fazia recomposição à zaga.
Teria Brigatti treinado coisa semelhante na Ponte?
ZAGUEIRO COMO ATACANTE
Não me espantaria se em circunstância como essa o saudoso treinador Cilinho ousaria até sacar um dos atacantes para colocar um zagueiro de centroavante.
Como são permitidas cinco substituições, a medida que a estratégia seja bem-sucedida, o mestre voltaria à normalidade.
Cilinho era destemido, independentemente da circunstância da partida. Entre excesso e zelo, pautava pela primeira opção, de acordo com a sua consciência.
Evidentemente que a maioria discordaria desta suposta loucura, mas em incontáveis vezes Cilinho explicava em detalhes o porquê das alternativas.
R$ 400 MIL EM JOGO
Seja como for, o jogo contra o Mirassol pode valer R$ 400 mil à Ponte Preta.
Esse é o valor do prêmio mínimo estabelecido pela Federação Paulista de Futebol a quem garantir vaga à fase quartas-de-final.
Se os valores crescem progressivamente, na hipótese de não se classificar e também não cair, a ordem decrescente da premiação vai de R$ 220 mil, ao novo colocado, com redução para R$ 100 mil ao 14º colocado.





































































































































