Técnico da Ponte Preta diz que já esperava irregularidade por causa do desgaste

Técnico lembrou viagem cansativa para Santos e o gramado sintético do Allianz Parque como obstáculos

Técnico lembrou viagem cansativa para Santos e o gramado sintético do Allianz Parque como obstáculos

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São Paulo, SP, 2 (AFI) – Apesar da derrota da Ponte Preta para o Palmeiras, por 1 a 0, no Allianz Parque e a eliminação na semifinal do Campeonato Paulista, o clima no vestiário da Ponte Preta era de dever cumprido. Para o técnico João Brigatti, o time sentiu um pouco o desgaste pela recuperação nesta reta final, quando venceu três jogos, saiu da lanterna para a classificação às semifinais.

“Não gostei muito do início do jogo. Acho que nosso time entrou desconcentrado. Mas a gente já esperava uma mudança devido o desgaste do último jogo e pelo gramado (sintético) do Allianz

Brigatti: desgaste atrapalhou

Brigatti: desgaste atrapalhou

Parque. Sofremos com a viagem até Santos (nas quartas) e pelo próprio lado emocional” – justificou Brigatti.

Antes de vencer o Santos, por 3 a 1, a Macaca venceu o Novorizontino por 2 a 0 e o Mirassol por 1 a 0.

MUDANÇAS PROGRAMADAS
Sobre algumas mudanças ocorridas durante o jogo, o técnico fez questão de explicar que tudo aconteceu dentro do previsto.

“O Apodi saiu porque ele estava sentindo câimbras. Além disso ele saiu porque nós sentimos que a equipe tinha condições de reverter a situação. Mas não houve nada de anormal ou de reclamação por parte dele”.

Em relação ao Roger, também substituído, a explicação foi natural:

“O Roger vem num período sem jogar, então nós o deixamos até quase o fim do jogo para ganhar ritmo de jogo.

LUXA VIU DIFICULDADES

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