No jogo em que o Vasco foi eliminado pelo Boca Juniors, a televisão flagrou o choro de emoção de uma criança menor de 12 anos de idade.
Quando dizem que futebol é um troço que mexe com a alma das pessoas, não exageram.
por: Ariovaldo Izac
Quando dizem que futebol é um troço que mexe com a alma das pessoas, não exageram.
No jogo em que o Vasco foi derrotado pelo Boca Juniors da Argentina por 3 a 1, na noite de terça-feira, no Rio de Janeiro, a televisão flagrou o choro de emoção de uma criança menor de 12 anos de idade.
Ela não continha a emoção com o gol que supostamente serviria de alívio momentâneo ao Vasco.
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Afinal, a derrota por 2 a 1, naquela altura, implicaria na definição do classificado à final da Copa Sul-Americana em cobranças de pênaltis, no Estádio do Maracanã.
Coitada daquela menina, que jamais supunha que o regularíssimo goleiro Léo Jardim, do Vasco, fosse sofrer um ‘frangaço’, e assim o Boca Juniors chegasse no 3 a 1.
PROFUNDA DECEPÇÃO
Assim, aquele choro de alegria dela foi transformado em profunda decepção, com a inesperada eliminação de seu clube na citada competição.
Essas imprevisibilidades do futebol levam as pessoas a dois extremos: da incontida alegria à frustração.
E não diga o que as pessoas não devam ser tão emotivas por causa do futebol, porque ele mexe com a alma.
Ele é o agente do descontrole.
Faz as pessoas viajarem do ‘céu ao inferno’ em questão de minutos.
Enquanto tudo fica circunscrito à alegria e dor, digamos que esteja dentro do controlado.
Pior é quando a situação acaba extrapolando à violência, com pancadaria e até morte.
Por causa de quem?
Do futebol, troço que extrapola todos os limites imaginários do ser humano.
Não deveria ser assim, mas é.





































































































































