Abel cita protocolo nos pênaltis, mas Palmeiras chega à final após atuação que exige respostas
Treinador celebra classificação e defende Carlos Miguel
Eficiência nas cobranças contrasta com dificuldade para ameaçar o Fluminense.
São Paulo, SP, 22 (AFI) – Abel Ferreira atribuiu a um protocolo adotado pela comissão parte da mudança de confiança do Palmeiras nas disputas de pênaltis. A classificação sobre o Fluminense reforçou essa percepção, mas a vaga na final da Libertadores veio depois de uma atuação em que o time encontrou dificuldades para atacar.
“Nós perdemos tanto nos pênaltis, que eu criei um protocolo, e ponto”, afirmou o treinador. Abel não detalhou os procedimentos e ressaltou que nenhuma preparação oferece garantia de vitória.
CLASSIFICAÇÃO NÃO APAGA O JOGO
O Palmeiras converteu suas cinco cobranças e contou com Carlos Miguel para defender a tentativa de Nonato. Antes disso, perdeu por 1 a 0 e viu desaparecer a vantagem construída no Maracanã.
A equipe teve problemas para criar oportunidades claras e transformar suas saídas em ataques perigosos. A segurança nas penalidades resolveu a eliminatória, mas não torna desnecessária a discussão sobre a postura adotada durante os 90 minutos.
PERGUNTAS FAZEM PARTE DO PROCESSO
Um clube capaz de alcançar resultados dessa dimensão também deve estar disponível para responder a questionamentos. Os critérios de acesso da imprensa precisam ser transparentes e impessoais; concordância com a direção ou com o treinador não pode funcionar como requisito para exercer a cobertura.
A defesa pública de Carlos Miguel feita por Abel aponta para a importância de aceitar o erro no desenvolvimento de um atleta. O mesmo ambiente precisa comportar análise crítica sobre escolhas





































































































































