De la Fuente proíbe provocações da Espanha na final da Copa

Para o comandante, arrastar o confronto de domingo para o campo das discussões seria um erro fatal

O treinador enfatizou que o sucesso da Espanha depende da manutenção de sua identidade de jogo leve e ofensiva

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Luís de la Fuente, técnico da seleção espanhola - Foto: Divulgação / Espanha

Campinas, SP, 17 (AFI) – A seleção da Espanha já está em contagem regressiva para a grande decisão da Copa do Mundo de 2026 diante da Argentina. Faltando apenas três dias para a finalíssima, o técnico Luis de la Fuente concedeu entrevista à emissora espanhola TVE e mandou um recado direto aos seus comandados: focar exclusivamente no plano tático e blindar o elenco contra qualquer tipo de catimba ou desestabilização emocional no gramado de Miami.

O treinador enfatizou que o sucesso da Fúria depende da manutenção de sua identidade de jogo leve e ofensiva.

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Para o comandante, arrastar o confronto de domingo para o campo das discussões seria um erro fatal para as pretensões espanholas de erguer a taça do Mundial da Fifa:

“Temos um grande potencial futebolístico. Há um cenário em que não nos sentiríamos confortáveis, e esse seria entrar em discussões, em provocações. Não estou dizendo que a Argentina faz isso, mas nós não sabemos como. Sabemos jogar um bom futebol. Quando temos a bola, damos sentido à ideia que queremos desenvolver. Quando não temos a bola, somos muito disciplinados, muito agressivos, atacando bastante o adversário para recuperar a bola rapidamente e contra-atacar. Essa é a nossa força”, alertou de la Fuente.

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YAMAL LEVE?

A joia Lamine Yamal também foi pauta na entrevista do treinador. Ciente dos holofotes voltados ao jovem atacante, de la Fuente buscou tirar um pouco da carga emocional que recai sobre o atleta na véspera do jogo mais importante de sua carreira:

“Tenho certeza de que ainda falta o grande jogo dele neste Mundial. É preciso tirar ansiedade e pressão”, ponderou o técnico.

REENCONTRO COM SCALONI

Por fim, o embate à beira do campo colocará o comandante frente a frente com Lionel Scaloni, técnico da Albiceleste. O espanhol fez questão de exaltar o laço profissional e o respeito que nutre pelo colega de profissão:

“Temos uma ótima relação pessoal, admiração mútua, e eu também aprendi muito com ele. Vi como ele administrou uma equipe muito difícil com ótimos jogadores. Será um jogo entre dois grandes amigos, mas agora também entre dois grandes competidores; ambos queremos vencer.”