Guarani não cumpre promessa e jogadores seguem com atrasos salariais
Atualmente, o Bugre ainda deve os direitos de imagem referentes ao mês de maio aos jogadores.
Em 20 de julho, vence mais uma parcela dos direitos de imagem.
Campinas, SP, 14 (AFI) – A crise financeira do Guarani continua fazendo vítimas e segue refletindo diretamente no departamento de futebol. O clube mantém pendências com o elenco e voltou a conviver com atrasos salariais, situação que já havia ocorrido no início da temporada.
Atualmente, o Bugre ainda deve os direitos de imagem referentes ao mês de maio aos jogadores. Os direitos de imagem compõem parte da remuneração dos atletas, sendo que o percentual varia de contrato para contrato.
Já os salários pagos via CLT estão em dia, mas a diretoria trabalha contra o tempo diante da proximidade do quinto dia útil, prazo para o pagamento da folha. Caso não consiga cumprir o compromisso, o Guarani também passará a acumular atrasos nos vencimentos registrados em carteira.
A situação pode se agravar nos próximos dias. Em 20 de julho, vence mais uma parcela dos direitos de imagem. Se o pagamento não for realizado até a data, o clube passará a dever dois meses dessa modalidade de remuneração ao elenco.
Esta é a segunda vez que o Guarani enfrenta problemas para honrar seus compromissos financeiros com os jogadores na atual temporada. Em março, logo após a eliminação na Copa do Brasil, o clube atrasou os pagamentos de forma pontual, mas conseguiu regularizar a situação alguns dias depois.
Agora, porém, o cenário é diferente. Os atrasos voltaram a acontecer e já são tratados internamente como uma situação recorrente, aumentando a preocupação nos bastidores do Brinco de Ouro da Princesa e evidenciando as dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube.
DIRETORIA EM SILÊNCIO
Outro ponto que chama atenção é a postura da diretoria. Até o momento, o Guarani mantém silêncio sobre os atrasos e não apresenta qualquer previsão para quitar as pendências junto ao elenco. Nem mesmo internamente há um prazo para a regularização dos pagamentos.
Com dificuldades para gerar receitas e sem perspectiva imediata de entrada de recursos, a sensação nos bastidores é de que as alternativas da diretoria estão cada vez mais escassas, enquanto cresce a apreensão entre os jogadores e demais funcionários do departamento de futebol.





































































































































