O principal capítulo fica por conta da desastrosa arbitragem do alagoano Wilmar Santana. Ele prejudicou a Ponte Preta.
Desta vez a arbitragem prejudicou a Ponte Preta, na derrota para o Criciúma. É o que revela o Blog do Ari, após nova derrota da Macaca
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 8 (AFI) – Assuntos não faltam para análise desta derrota da Ponte Preta diante do Criciúma por 2 a 1, em Campinas, pela Série B do Brasileiro, na noite desta quarta-feira.
O principal capítulo fica por conta da desastrosa arbitragem do alagoano Wilmar Santana, que deixou de marcar falta clara do zagueiro Rodrigo, do Criciúma, sobre o meia Élvis, da Ponte Preta, aos 48 minutos do segundo tempo.
ERRO DA ARBITRAGEM
Ocorre que no desdobramento da jogada, o lateral-esquerdo Marcelo Hermes, do Criciúma, avançou com a bola livre de marcação, e arriscou o chute forte no canto esquerdo do goleiro Guilherme Viana, da Ponte Preta.
Era lance para ser revisado, mas o VAR não chamou e o juiz manteve a sua decisão, naquele que foi o gol da vitória da equipe visitante.

DESDOBRAMENTO DA PONTE PRETA
Outro capítulo observado foi o desdobramento da Ponte Preta durante o segundo tempo, quando chegou ao gol do empate.
Foi fruto de chute do Kevyson, rebote do goleiro Airton aos 16 minutos daquela etapa, ocasião que o atacante Baianinho acompanhava a jogada e empurrou a bola para o gol.
Logo em seguida, a Ponte Preta teve a chance da virada em mais dois lances, mas a bola caiu nos pés de atacante como Baianinho e Brandão, que trataram de ‘pená-la’.
Apesar da derrota, a Ponte Preta correu bastante durante o segundo tempo e teve melhora de rendimento quando o seu treinador Márcio Zanardi corrigiu erros de escalação e estratégia tática.
PRIMEIRO TEMPO
Durante o primeiro tempo, o Criciúma nem precisou justificar comportamento de clube que se situa nas primeiras posições da Série B do Brasileiro, para levar vantagem.
Ainda assim, o placar de 1 a 0 ficou barato naquele período, pois a Ponte Preta sofreu gol logo aos 12 minutos e ainda permitiu contra-ataque ao Criciúma e correu risco de sofrer o segundo gol, evitado inicialmente pelo goleiro Guilherme Viana e, no rebote, posteriormente por um defensor que chegou travando a finalização de Gui Lobo.
FALHAS DE TAVARES E VIANA
No lance do primeiro gol do Criciúma, ressalta-se a desobediência tática do atacante de beirada Diego Tavares, da Ponte Preta.
Ele não fez a necessária a recomposição, e assim permitiu liberdade para que o lateral-esquerdo Marcelo Hermes ficasse isolado no ataque e finalizasse, com bola no canto esquerdo do goleiro Guilherme Viana, da Ponte Preta, que igualmente falhou.
A bola foi chutada em cima dele, que permitiu que ela entrasse entre as suas pernas.

Foto: Marcos Ribolli
ERROS DE ZANARDI
Erros crassos de avaliação do treinador Ponte Preta no Márcio Zanardi, ao escalar o time no esquema 3-4-3.
Na atual circunstâncias é inadmissível escalar o time com três atacantes de qualidade duvidosa, casos de David da Hora, Brandão e Diego Tavares.
E a teimosia de Zanardi implicou em abdicar de lateral-direito, sendo que em tese teria optado pela recomposição de Diego Tavares, fato que acabou não ocorrendo.
CORREÇÃO DE FALHAS
Pelo menos durante o segundo tempo Zanardi procurou corrigir os desarranjos iniciais, sacando o nulo Diego Tavares.
Nas mexidas, deslocou Kevyson da lateral-esquerda para o lado direito, com ocupação da lateral-esquerda através de Diego Porfírio, sacando David da Hora.
Também deu chance para o atacante Ruan, da base, e posteriormente Miguel, no lugar de Brandão que nada acrescentou e ainda desperdiçou chance de gol.
As modificações deram mais mobilidade para a equipe da Ponte Preta, no segundo tempo.





































































































































