Crise histórica obriga Ponte Preta a reação milagrosa na Série B
O drama atual consegue superar os números de 2021, até então o pior início da Macaca, quando contabilizava 12 pontos
A Ponte Preta faz a pior campanha de sua história desde que o torneio nacional da CBF adotou o formato de pontos corridos
Campinas, SP, 25 (AFI) – O fantasma do rebaixamento ronda o Moisés Lucarelli com uma força sem precedentes. Amargando a vice-lanterna da Série B, a Ponte Preta faz a pior campanha de sua história desde que o torneio nacional da CBF adotou o formato de pontos corridos, em 2006.
Ao encerrar a 14ª rodada com apenas oito pontos somados, o clube campineiro cruzou uma linha perigosa, ficando abaixo dos dez pontos pela primeira vez nesta era.
O drama atual consegue superar os números de 2021, até então o pior início da Macaca, quando contabilizava 12 pontos. O cenário desesperador na temporada de 2026 reflete o reflexo de um ano trágico, que já incluiu a queda no Campeonato Paulista no primeiro semestre.
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CANETA NA MÃO
Nos bastidores do clube, a projeção matemática considerada segura para evitar o rebaixamento é alcançar a marca dos 44 pontos. Para atingir o objetivo, os atletas profissionais da Ponte precisam somar 36 pontos nas 24 rodadas que restam.
Na prática, a equipe terá que vencer metade de todos os confrontos restantes, um desafio hercúleo para quem, no ano inteiro, conquistou apenas três vitórias, acumulando três empates e 18 derrotas, com 14 gols marcados e 42 sofridos.
Além do jejum de oito partidas na Série B (sete derrotas e um empate desde abril), a diretoria alvinegra lida com uma severa crise administrativa fora das quatro linhas. Recentemente, a Ponte foi a primeira punida no novo sistema de controle financeiro da CBF por atrasos salariais.
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ZANARDI PREGA RESILIÊNCIA
Substituto de Rodrigo Santana no comando técnico, Márcio Zanardi tenta blindar o elenco profissional e foca em metas de curto prazo. O treinador avalia que o pouco tempo de trabalho é um obstáculo, mas confia na recuperação tática do time.
“Eu acredito no meu trabalho. Acredito no dia a dia, em um trabalho com muita resiliência, tanto meu quanto da minha comissão técnica. Tem coisas que a gente não controla. Estávamos fazendo um jogo de igual para igual e, na minha concepção, já apareceram algumas coisas que começamos a introduzir. Mas em uma semana é sempre muito complicado”, ponderou Zanardi.
A chance para iniciar a busca por essa metade de vitórias necessárias será neste domingo (28). Pela 15ª rodada da Série B, a Ponte Preta viaja para enfrentar o Atlético-GO, às 16h, em Goiânia (GO).





































































































































