Ancelotti admite ansiedade do Brasil: 'Esperava começar melhor'

Treinador italiano aponta tensão no primeiro tempo e já projeta duelo contra o Haiti na Filadélfia.

Carlo Ancelotti e Bruno Guimarães analisam o empate da Seleção Brasileira com Marrocos na estreia da Copa do Mundo 2026. Veja as declarações!

Foto: Karen Fontes / Futebol Interior
Foto: Karen Fontes / Futebol Interior

Campinas, SP, 13 – Poucas palavras e uma expressão de tensão ao fim do jogo. Essa foi a atmosfera que marcou a rápida entrevista do técnico Carlo Ancelotti após o empate de 1 a 1 da seleção brasileira contra o Marrocos neste sábado, em East Rutherford, em partida válida pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.

“A ansiedade atrapalhou um pouco no início. Esperava começar melhor”, afirmou o treinador italiano.

Ao ser questionado sobre o início do confronto, onde os marroquinos tiveram o controle da partida e encurralaram a equipe nacional no campo de defesa, ele elencou alguns pontos que foram determinantes para este cenário.

ANÁLISE DO COMANDANTE

“O time estava tenso. Perdemos muitos duelos, sofremos transições e eles estiveram melhor. O primeiro tempo foi ruim, mas no segundo tempo fomos superiores. O Marrocos é um grande time. Agora temos de pensar no próximo jogo”, afirmou o treinador italiano em entrevista ao SporTV.

O sentimento de que o resultado foi abaixo do esperado também foi externado pelo meio-campista Bruno Guimarães.

“No primeiro tempo sofremos um pouco. Na etapa final fomos melhores, mas não conseguimos fazer o segundo gol. Ficou o sentimento de que poderíamos ter vencido”, comentou.

BRUNO GUIMARÃES DESABAFA

O jogador disse que o peso da estreia pode ter influído na atuação de seus companheiros, mas fez um discurso otimista o restante da fase de classificação da Copa do Mundo.

“Acho que o time ficou mais nervoso do que o normal. Mas passou. Estreamos. Muita coisa está por vir e somamos um ponto”, disse o atleta.

O Brasil volta a campo na próxima sexta-feira, pela segunda rodada, para cumprir o segundo compromisso do Grupo C. O desafio vai ser diante do selecionado do Haiti, considerada a equipe mais fraca da chave, na Filadélfia.

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