A melhor impressão deixada pelos selecionados nesta Copa do Mundo foi dos Estados Unidos, na goleada imposta sobre o Paraguai por 4 a 1.
Até agora, o melhor futebol desta Copa do Mundo é dos Estados Unidos. A intensidade colocada foi transformada num rolo compressor
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 12 (AFI) – Até a noite desta sexta-feira, a melhor impressão deixada pelos selecionados nesta Copa do Mundo foi dos Estados Unidos, na goleada imposta sobre o Paraguai por 4 a 1.
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Durante o primeiro, a intensidade colocada na partida foi transformada em um rolo compressor, com marcação alta na saída de bola, fazendo pressão sobre o adversário.
Foi algo diferente do que se costuma observar de quem está em vantagem no placar.
Aquela postura implicou em dificuldade ao Paraguai na saída de bola da defesa.
Assim, das chances criadas logo no início, o gol saiu aos seis minutos, em jogada pessoal que começou com o atacante Pulisic. E quando o passe foi feito em direção da área, Bobadilla, do Paraguai, marcou contra, na tentativa de interceptação.

ACERTO NOS PASSES
Durante aquele período, quando os Estados Unidos retomavam a posse de bola, mesmo com forte bloqueio defensivo do Paraguai, tiveram sabedoria para girá-la de um lado ao outro do gramado, com alto acerto nos passes.
E essa postura bastante ofensiva e avassaladora implicou na marcação do segundo gol aos 28 minutos, através do centroavante Bologun, mas foi marcado impedimento na origem da jogada, portanto em lance impugnado.
MAIS DOIS GOLS
Como os Estados Unidos mantiveram a postura, e o atacante de beirada Pulisic levando vantagem sobre o lateral Cáceres, em mais uma bola cruzada, outra vez Bologun concluiu para as redes, em gol validado aos 30 minutos.
E como os norte-americanos estavam obstinados em ampliar ainda mais o placar, o terceiro gol ocorreu aos 49 minutos, em jogada pessoal de Bologun, que antes de finalizar no ângulo direito, desvencilhou de dois adversários.
RITMO DIMINUÍDO
Com a alta temperatura nos Estados Unidos e placar consolidado, os mandantes diminuíram o ritmo, o que resultou no Paraguai sair um pouco do seu campo defensivo.
Reflexo disso foi a marcação do gol de honra através do meia Maurício, aos 28 minutos.
Ele recebeu passe livre pela meia esquerda e o chute rasteiro teve direção do canto esquerdo.
Entretanto, os norte-americanos queriam mais e o quarto gol ocorreu através de Reyna, que bateu de curva na bola, aos 51 minutos.
Assim, os mandantes deixam impressão extremamente favorável, com ampla possibilidade de avançar na competição.





































































































































