A cartolada do Amazonas deve ter fechado os olhos para ter levado o fraco treinador Rodrigo Santana, que decepcionou na Ponte Preta.
Pelo fraco trabalho de Rodrigo Santana, na Ponte Preta, dava para se desconfiar, logo, que não seria bem-sucedido no Amazonas.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 3 (AFI) – Bastava a cartolada do Amazonas verificar o fraco trabalho do treinador Rodrigo Santana, na Ponte Preta, para se desconfiar, de imediato, que não seria bem-sucedido no comando da agremiação.
Sim, é inegável que o descontrole administrativo-financeiro da Ponte Preta contribuiu para a queda de rendimento da equipe nesta Série B do Brasileiro.
Entretanto, uma avaliação criteriosa dos fatos serviria para a lógica constatação dos incontáveis erros cometidos pelo profissional, e mostrado com clareza nesse espaço.
Ratifiquei que, apesar da nulidade ofensiva da Ponte Preta, Luís Philipe não tinha camisa no time.
GAROTO MIGUEL
Reafirmei que o pouco tempo do garoto Miguel em campo havia sido melhor do que o titular Pottker.
As trocas sucessivas na lateral-direita, sem que definisse aquele que supostamente se ajustaria melhor à posição, também foi alvo de meus comentários.
Aí ele colocou o lateral-esquerdo Porfírio contra o CRB, sem diagnosticar o atual estágio físico do atleta, que nem na marcação – onde apresenta melhor desempenho – correspondeu.
Isso no quesito diagnóstico técnico-físico do atleta.
Quanto ao aspecto tático, viu-se raras incursões bem-sucedidas da equipe pontepretana pelos lados do campo.
Como justificar a desconcentração de zagueiros em bola aérea nas cobranças de faltas e escanteios.

Foto: Raphael Silvestre – Guarani FC
PEITO ABERTO
Por desconhecimento desse histórico do treinador na passagem pela Ponte Preta, cartolas do Amazonas ‘engoliram’ o argumento que a culpa da péssima campanha por aqui se restringia apenas a salários atrasados.
O retrospecto do Amazonas nos últimos quatro jogos, que antecederam o confronto com o Guarani, já era decepcionante.
Dos 12 pontos então em disputa, o clube havia conquistado apenas um.
Aí, Rodrigo Santana inventou de encarar o Guarani de ‘peito aberto’ – coisa que nem o Ituano fez -, e deixou o seu sistema defensivo vulnerável, resultando no clube ter sofrido a maior goleada nos últimos oito anos: (5 a 0).
Se até fisicamente o Amazonas já havia mostrado notória queda de rendimento, era prenúncio que deveria se precaver para evitar o pior.





































































































































