Isso resultou em perda da invencibilidade do Guarani na Série C do Brasileiro e queda para a sexta colocação.na tabela.
Mesmo sem mostrar o rendimento que dele se esperava, temos que convir que o Guarani não merecia a derrota por dois gols de diferença
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 17 (AFI) – Quando o árbitro Artur de Moraes Fernandes apitou o encerramento da partida deste domingo, no Estádio Brinco de Ouro, a torcida bugrina vaiou a equipe, após a derrota por 3 a 1 para o Ituano.
Torcedor é passional e isso precisa ser entendido.
Teria o Guarani jogado mal? Não.
Deixou de se esforçar o suficiente em busca de melhor sorte? Também não.
Mesmo sem mostrar o rendimento que dele se esperava, temos que convir que o Guarani não fez por merecer uma derrota com diferença de dois gols.
E isso resultou em perda da invencibilidade na Série C do Brasileiro e queda para a sexta colocação.

Foto: Raphael Silvestre – GFC
BOLAS NA TRAVE E CAÍQUE FRANÇA
Chances de gols foram criadas. Cachoeira, por exemplo, perdeu gol feito, ao chutar a bola em cima do goleiro Wesley, no segundo tempo.
Por duas vezes a bola explodiu na trave do Ituano, em cabeçadas do atacante Maranhão e zagueiro Rafael Rodrigues. Aí, quem iria imaginar que o regularíssimo goleiro Caíque França fosse o responsável por falhas em dois dos três gols do Ituano, nas poucas vezes que foi exigido?
Se é que cabem críticas, deve-se enumerar os laterais-direitos Yan Henrique e Ynaiã, que se revezaram durante a partida; o meia Diego Torres, que continua mostrando aquela costureira nulidade; e o centroavante Lucca, anulado com facilidade no pouco tempo que jogou.
PRIMEIRO TEMPO DE TRÊS GOLS
Pela cronologia recomendável, fixemos inicialmente no primeiro tempo, com gols em decorrência de falhas de ambos os lados.
Na primeira finalização do Ituano, o goleiro bugrino Caíque França espalmou para escanteio.
Na cobrança, aos 15 minutos, o volante GW ganhou a disputa na pequena área do zagueiro Maurício Antônio, e colocou o Ituano em vantagem.
Até então, o Guarani tinha mais presença ofensiva e explorava o campo molhado para arriscar arremates de média distância.
Todavia, oferecia espaços para o Ituano contra-atacar. E em mais uma das chegadas, ele teve escanteio ao seu favor, com cobrança pelo lado esquerdo, aos 42 minutos.
Na ocasião, o goleiro Caíque França saiu mal da meta e rebateu a bola nos pés do atacante Neto Berola, que a empurrou para a rede.
FRANGAÇO DE WESLEY
Como o Guarani insistiu no ataque e abusando de cruzamentos, em um deles, pela esquerda, em direção do segundo pau, numa cabeçada fraca do volante Nathan Melo, o goleiro Wesley, do Ituano, sofreu um frangaço, aos 47 minutos, com bola entre as pernas.
OUTRA FALHA DE CAÍQUE FRANÇA
Foi um segundo tempo de volume intensivo do Guarani, com o Ituano se defendendo como podia, no objetivo de administrar a vantagem de 2 a 1 do primeiro tempo.
Entretanto, numa das raras jogadas ofensivas de lucidez do Ituano, o centroavante Bruno Mezenga fez o chamado corta luz, visando a chegada na bola para o arremate de seu parceiro Alason Carioca.
Foi um chute relativamente fraco, plenamente defensável, mas outra falha gritante de Caíque França serviu para consolidar a vitória do Ituano, aos 28 minutos.
Foi o período em que o Guarani chegou a marcar gol, mas a arbitragem flagrou corretamente a posição de impedimento de Hebert.
VEJA O QUE O TÉCNICO FALOU APÓS A DERROTA





































































































































