Ponte Preta sofre prejuízo judicial e perde promessa para o Corinthians
O meia Pedro Vilhena, atualmente no Operário-PR, entrou com uma ação trabalhista cobrando R$ 172.499,98
Estevão Balarin, de apenas 16 anos, que aproveitou atrasos nos pagamentos para rescindir o vínculo com a Ponte
Campinas, SP, 14 (AFI) – A crise financeira da Ponte Preta ganhou novos capítulos alarmantes nesta semana. Além de lidar com cobranças de ex-jogadores, a Macaca viu uma de suas maiores joias da base deixar o estádio Moisés Lucarelli de graça.
O clube foi acionado judicialmente pelo meia Pedro Vilhena e perdeu o zagueiro Estevão Balarin, de apenas 16 anos, que aproveitou atrasos nos pagamentos para rescindir o vínculo e assinar com o Corinthians.
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ADEUS, JOIA!
A perda de Estevão Balarin representa um duro golpe no planejamento de longo prazo da Macaca. O defensor, que era titular absoluto no Sub-17 e disputou a última Copinha, conseguiu uma liminar na Justiça do Trabalho alegando a falta de recolhimento de FGTS e atrasos salariais.
Livre no mercado, ele acertou com o Corinthians até março de 2029. No Parque São Jorge, o jovem já chega blindado por cláusulas pesadas:
- Multa nacional: R$ 24 milhões;
- Multa internacional: 50 milhões de euros;
- Divisão de direitos: O Corinthians detém 80%, enquanto a Ponte Preta manteve 10% (visando uma venda futura) e o atleta os outros 10%.
EX-SÃO PAULO NA JUSTIÇA
Enquanto perde talentos para o futuro, a Ponte também precisa resolver pendências do passado. O meia Pedro Vilhena, atualmente no Operário-PR, entrou com uma ação trabalhista cobrando R$ 172.499,98.

O jogador, que teve uma passagem discreta por empréstimo em 2025 (apenas oito jogos e nenhum gol), exige o pagamento de verbas rescisórias, auxílio-moradia, 13º salário e FGTS.
A defesa do atleta protocolou o pedido no TRT-15, em Campinas, aumentando a lista de processos que o departamento jurídico alvinegro tenta administrar para evitar novos bloqueios de contas ou punições desportivas.
BASTIDORES DA PONTE
Esses novos processos surgem em um momento em que a diretoria da Ponte Preta corre contra o tempo para estabilizar o fluxo de caixa. A saída judicial de Balarin evidencia que os problemas financeiros atingiram não apenas o time profissional, mas também as categorias de base, que historicamente são a fonte de receita e sustentabilidade da instituição.
Com a perda de ativos e o aumento do endividamento judicial, o desafio da gestão de Marco Antonio Eberlin dobra de tamanho: é preciso equilibrar as contas para evitar que outros talentos sigam o mesmo caminho jurídico rumo aos rivais da capital.
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