Corinthians: Stabile explica contrato investigado pelo MP
Presidente do Corinthians admite falhas em contrato de segurança e caso é investigado pelo Ministério Público.
Presidente do Corinthians admite erro em contratação de segurança e planeja afastar diretor administrativo.
São Paulo, SP, 13 (AFI) – O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, admitiu erro na contratação de uma empresa irregular para serviços de segurança por três meses. O caso está sendo investigado pelo Ministério Público, que apura o pagamento de R$ 676 mil a uma empresa sem autorização da Polícia Federal e sem contrato formalizado com o clube.
Stabile reuniu a imprensa no Parque São Jorge para explicar a situação.
Ele afirmou que autorizou Fernando José da Silva a liderar a mudança da equipe de segurança após a invasão do andar da presidência por apoiadores do ex-presidente Augusto Melo, em maio de 2025.
Contudo, negou ter solicitado a abertura da empresa Mega Assessoria Operacional Ltda. no nome de Fernando.
MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGA
O presidente apresentou um documento de maio dando plenos poderes a Fernando para atuar em nome do clube nas áreas administrativas operacionais.
Após a invasão, Fernando foi autorizado a contratar novos profissionais. Stabile negou envolvimento na abertura da empresa e desconhecia detalhes como a falta de autorização da Polícia Federal.
Fernando inicialmente afirmou que a empresa foi aberta a pedido do diretor administrativo, mas depois alegou que o pedido veio de Stabile.
O presidente reiterou que Fernando não é funcionário do clube e que o afastamento do diretor administrativo Fábio Soares é uma medida possível enquanto as investigações prosseguem.
IRREGULARIDADES NO CORINTHIANS
Stabile destacou que o montante pago foi destinado aos seguranças contratados, com cerca de 15 profissionais cobrindo 24 horas de serviço.
Ele mencionou que a urgência impediu uma verificação mais cuidadosa da habilitação da empresa.
O promotor Cássio Conserino investiga possíveis irregularidades na contratação, incluindo falsidade ideológica e crimes tributários.
Notas fiscais sequenciais levantaram suspeitas sobre práticas financeiras do clube. Depoimentos estão marcados para o próximo dia 26.





































































































































