Presidente da Associação dos Cronistas Esportivos lamenta morte de jornalista

Aos 61 anos, ele sofreu um infarto em sua casa, em Goiânia, nesta quinta-feira

Aos 61 anos, ele sofreu um infarto em sua casa, em Goiânia, nesta quinta-feira

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Goiânia, GO, 08 (AFI) – Lucimar Augusto, presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de Goiás, lamentou a morte do apresentador e radialista Adolfo Campos. Aos 61 anos, ele sofreu um infarto em sua casa, em Goiânia, nesta quinta-feira.

Adolfo Campos apresentou a jornada esportiva na última quarta-feira. Ele trabalhava na Rádio Bandeirantes 820 e na TV Serra Dourada. Natural de São Luís de Montes Belos, Adolfo Campos deixa o filho Adolfo Neto e os enteados Paula e André.

Luto em Goiás. (Foto: Reprodução)

Luto em Goiás. (Foto: Reprodução)

CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:

Morre Adolfo Campos

Com dor imensa recebi a notícia da morte de uma das referências do Jornalismo Esportivo goiano, o companheiro e amigo Adolfo Campos Filho.

Profissional irreverente, polêmico e muito bem humorado. Conseguia ser polêmico sem ser debochado e sem perder o bom humor. Adolfo foi repórter, âncora e comentarista. Sempre esteve entre os melhores em cada uma das funções que exerceu.

Era apaixonado pelo rádio, futebol e por músicas. Além da militância extraordinária na crônica esportiva foi também apresentador de programas musicais sertanejos, como o Cancioneiro do Sertão, na extinta Rádio Anhanguera, e o Bola e Viola, na Rádio Difusora.

Homem de coração bom, dono de amor de pai exemplar para com o filho Adolfo Neto, filho dedicado da dona Geni e um irmão sempre presente na vida dos irmãos com muito carinho (sem perder o bom humor).

Com os amigos era companheiro para todas as horas. Não tinha nada que ele gostava mais do que estar com os amigos, numa roda de conversa e falava, rindo o tempo todo.

Aquela afirmação de que ninguém é insubstituível não cabe em relação ao Adolfo Campos: ele é e o tempo vai mostrar isto.

Lamentável sobre todos os aspectos. O rádio está mais triste, a bola murchou, a viola arrebentou as cordas e o sertão ficou sem seu cancioneiro.

E nós, seus amigos sem rumo e perdidos neste universo de dor e lágrimas.

Que Deus conforte a família e dê força a todos nós seus amigos. A ele, com certeza Deus já o acolheu em seus braços.

Lucimar Augusto presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de Goiás