Eduardo Baptista completa um ano de trabalho no Criciúma
O treinador, que tem vínculo com o Tigre até 2027, destacou a relação com o clube e diz que quer levar o clube até a Série A
Eu quero estar em cima, eu desejo estar na Série A ano que vem. As mesmas cobranças que vem do externo, eu também me faço para gente poder sempre melhorar."
Criciúma, SC, 15 (AFI) – O técnico Eduardo Baptista completa um ano à frente do Criciúma nesta semana. Com contrato renovado até o fim de 2027, Baptista chegou ao clube catarinense após a saída de Zé Ricardo, ainda na Série B. Desde então, conquistou 56% de aproveitamento e se firmou como um dos comandantes mais longevos da competição.
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Baptista assumiu o Tigre em um momento turbulento na temporada passada e quase levou o time ao acesso, terminando em 5º lugar. O desempenho positivo garantiu sua permanência, mesmo após investidas de outros clubes. Ele faz questão de reforçar sua identificação com o clube e a cidade. “Se eu quero estar aqui, imagina como eu quero estar aqui em uma Série A”, afirmou.
TRABALHO CONSOLIDADO
Ao longo desse período, Baptista conduziu o Criciúma em 53 partidas, com 25 vitórias, 14 empates e 14 derrotas. O último resultado foi um empate diante do Cuiabá, fora de casa. No início da atual temporada, o time oscilou após a eliminação nas quartas do Catarinense, mas se recuperou ao conquistar a Taça Acesc, assegurando vaga na Copa do Brasil de 2027.
O treinador sempre valorizou a relação com a torcida e a cultura do clube.
“O torcedor. Eu gosto desse clima. É muito sagrado quando eu entro no nosso estádio. Ali eu entro, não é soberba, mas com uma certeza que as coisas vão acontecer bem. A cultura do Criciúma se assemelha muito com a minha filosofia. Uma filosofia de jogo, uma atenção e trabalho muito sério com a base e você dar condições de poder brigar em cima. Tudo isso fez eu ter renovado aqui e nada vai me tirar hoje aqui do meu foco para poder ir para outro lugar”, destacou.
SONHA COM A SÉRIE A
Baptista destaca o olhar especial para a base e mira vôos mais altos.
“É uma cidade que respira futebol. […] É um ano de ajustes, que tivemos um início onde foi preciso ajustar situações, mas o ponto positivo é que a gente conseguiu ter um olhar melhor para a base, oportunizar mais os meninos. Eu sigo o meu trabalho, o peso desse ano foi não ter a Copa do Brasil, fatalmente eram R$ 3 ou 4 milhões que a gente teria e não estaria a carga tão grande em cima da diretoria. Poder voltar para a Copa do Brasil no ano que vem foi importante. Colocar jogadores em uma prateleira do futebol e estar brigando em cima. O torcedor, como eu, cobra. Eu quero estar em cima, eu desejo estar na Série A ano que vem. As mesmas cobranças que vem do externo, eu também me faço para gente poder sempre melhorar.”
O próximo compromisso do Criciúma será no sábado, contra o Juventude, às 21h15, no Alfredo Jaconi, pela 8ª rodada da Série B.





































































































































