Torcida do Remo protesta na sede do clube: "Elenco Ifood"
Na noite de terça-feira (28), torcedores penduraram faixas cobrando o elenco e o presidente Tonhão
Em meio a crise, o Leão volta a campo no sábado (2), às 16h, quando visita o Botafogo, no Nilton Santos, pela 14ª rodada do Brasileirão
Belém, PA, 29 (AFI) – Faixas de protesto tomaram conta do portão principal da sede do Clube do Remo, na Avenida Nazaré, na noite da última terça-feira (28). O alvo da vez foi o presidente Tonhão, chamado de “medíocre” pelos torcedores, além do elenco, criticado por “entregar em casa”, numa referência direta à sequência ruim da equipe em 2026.
NOVIDADE! Futebol Interior agora está nos Canais do WhatsApp. Participe agora!
A insatisfação da torcida azulina aumentou após o vice no Parazão com derrota para o maior rival Paysandu, eliminação precoce na Copa Norte e péssima campanha no Brasileirão, com apenas uma vitória em 13 rodadas. O clima esquentou ainda mais depois da última partida, quando o Remo foi derrotado por 2 a 1 pelo Cruzeiro, jogando em casa.
A CRISE
O resultado negativo manteve o Leão na penúltima posição da competição, somando apenas 8 pontos e ficando seis atrás do primeiro time fora da zona de rebaixamento. O cenário de pressão levou o presidente Tonhão a se pronunciar na última segunda-feira, 27, reconhecendo o momento complicado, mas sem “jogar a toalha”.
Em coletiva na segunda-feira (27), o presidente admitiu erros, mas destacou que ainda acredita que a história pode ter um “final feliz”.
“Esses problemas [nós] já estamos acostumados desde a Série C, mas o final é sempre feliz. Essa é a esperança, essa é a fé que temos. Todos estão trabalhando diariamente para que, dentro de campo, corresponda à nossa expectativa e saia dessa situação na zona de rebaixamento”, destacou o dirigente.
FAIXA PARA TONHÃO
Mesmo com o comunicado da diretoria, os azulinos não aliviaram e as cobranças seguem intensas tanto para o presidente quanto para o elenco. O Remo, agora, precisa reagir em campo para espantar a crise e tentar escapar do fantasma do rebaixamento.






































































































































