Ademir Fesan lamenta empate no fim com América-RJ
O resultado fora de casa teve gosto amargo pelo gol sofrido nos minutos finais, mas ainda assim foi valorizado pelo ponto somado e pela manutenção da invencibilidade na competição.
Após mais um compromisso pelo Campeonato Brasileiro da Série D, o empate cedido ao América no fim e a sensação de ter deixado a vitória escapar por entre os dedos no Rio de Janeiro deixaram a Portuguesa com sentimentos divididos
São Paulo , SP , 21 (AFI) – Após mais um compromisso pelo Campeonato Brasileiro da Série D, o empate cedido ao América-RJ no fim e a sensação de ter deixado a vitória escapar por entre os dedos no Rio de Janeiro deixaram a Portuguesa com sentimentos divididos.
O resultado fora de casa teve gosto amargo pelo gol sofrido nos minutos finais, mas ainda assim foi valorizado pelo ponto somado e pela manutenção da invencibilidade na competição.
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Ademir Fesan lamenta empate no fim com América e já pensa no Netuno
“A gente, todos os jogadores, estamos tristes, estamos chateados, com sentimento de derrota, mas sabendo que somamos um ponto, o que é muito importante. A gente tem que ter essa consciência“
O técnico Ademir Fesan analisou o desempenho da equipe e destacou a importância de manter o equilíbrio ao longo da disputa, ressaltando o nível de dificuldade do torneio e a necessidade de manter os pés no chão, mesmo diante das expectativas criadas em torno do time.
Além disso, o treinador abordou fatores como desgaste físico, rendimento ofensivo e decisões de arbitragem, projetando também o próximo desafio da equipe, fora de casa, diante do Água Santa, em Diadema.
Para começar, Ademir Fesan lamentou o empate após sofrer o gol no fim:
“Foi o que eu falei no vestiário. É doído, é doído tomar o gol no final. Realmente, se a gente tivesse saído perdendo e empatado no final, talvez teríamos saído com gosto de vitória. E foi o inverso. E a gente, todos os jogadores, estamos tristes, estamos chateados, com sentimento de derrota, mas sabendo que somamos um ponto, que é muito importante. A gente tem que ter essa consciência, porque lá na frente isso pode fazer a diferença. Estamos invictos na competição, dois jogos fora, dois empates. Nós temos ainda a maioria dos jogos no Canindé, e nós somos fortes.”
PÉS NO CHÃO
O comandante da Portuguesa destacou a dificuldade da competição e usou o próprio América como exemplo:
“Muita gente, às vezes, menospreza o América porque perdeu os dois jogos de goleada, mas é futebol. O futebol é apaixonante por isso. Aquele time que está lá em último lugar pode vir e surpreender. Quantas histórias a gente já viu assim? Então, o futebol é isso. Por isso que eu sempre falo, e conversei muito com os jogadores desde ontem, sobre a importância de manter a humildade, esse pézinho no chão. Eu vejo isso no grupo. É natural até o torcedor se empolgar, pela história da Portuguesa, mas a gente tem que entender que estamos jogando uma competição que tem suas particularidades. O que importa lá na frente é a Portuguesa subir. É para isso que a gente vai trabalhar”, destacou.
DESGASTE
Fesan também falou sobre o desgaste da viagem e o impacto físico da partida:
“A gente tem que considerar que a competição tem essa particularidade. Tivemos uma viagem longa, jogamos às três horas da tarde no Rio de Janeiro, com calor forte. É lógico que vamos corrigir e cobrar o que precisa ser cobrado, isso faz parte do nosso trabalho. Mas o cansaço é natural para os dois lados. O desgaste é natural pelo contexto. Não vejo isso como uma preocupação. Eu confio muito na minha equipe, confio muito no nosso elenco. Não tenho dúvidas de que vamos fazer uma grande competição e chegar o mais longe possível.”
ATAQUE E ARBITRAGEM
O treinador também abordou o desempenho ofensivo e lances polêmicos:
“Eu acho que a gente poderia ter finalizado mais, vamos trabalhar essa questão. Sobre o gol anulado, pelo pouco que eu vi, preciso analisar melhor, mas não me pareceu impedimento. E teve também um pênalti no Denis. Agora é pensar no Água Santa, fazer uma boa semana e buscar os três pontos lá.”
FOCADO NO NETUNO
Por fim, Fesan projetou o próximo compromisso da equipe:
“É muito difícil jogar em Diadema. Se a gente olhar o histórico… eu, por exemplo, pelo Água Santa, fiz nove jogos lá e não perdi nenhum. Então, é um campo complicado. Mas nós temos que fazer valer a nossa força, impor o nosso jogo. Eu sempre falo para os jogadores que não importa se é em casa ou fora, a gente entra sempre para vencer.”





































































































































