O que parecia improvável, eis que a Ponte Preta consegue a virada sobre o Avaí
Ponte Preta virou sobre o Avaí e deu um salto considerável na pontuação, neste início da quinta rodada da Série B do Brasileiro.
A Ponte Preta foi beneficiada pelo empate sem gols do América Mineiro diante do Sport Recife, e derrota do CRB por 1 a 0 para o Juventude.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 18 (AFI) – Com a vitória de virada da Ponte Preta sobre o Avaí por 2 a 1, na noite deste sábado, no Estádio da Ressacada, e deu um salto considerável na pontuação, neste início da quinta rodada da Série B do Brasileiro.
Provisoriamente pulou para a 16ª colocação, agora com quatro pontos e à frente de Atlético Goianiense, Cuiabá, CRB e América Mineiro.
A Ponte Preta foi beneficiada pelo empate sem gols do América Mineiro diante do Sport Recife, e derrota do CRB por 1 a 0 para o Juventude.
PRIMEIRO TEMPO FRACO
A Ponte Preta não jogou absolutamente nada durante o primeiro tempo, ocasião que caiu do céu o gol de empate durante aquele período.
Melhorou bastante durante o segundo tempo, quando trocou a formatação com três volantes para ganhar mais agressividade com a entrada do atacante Luís Phelipe.
Ocasionalmente ocorreu mais um pênalti favorável a ela, aos 14 minutos da fase complementar, sofrido pelo centroavante William Pottker. Ele se encarregou novamente da cobrança, e permitiu defesa do goleiro Léo Aragão, que voltou a rebater em outra finalização do atacante pontepretano, mas desta vez Diego Tavares acompanhava o desdobramento da jogada e aproveitou o rebote para marcar o gol da vitória.
Depois disso, o Avaí se desarticulou em campo, pois, apesar do empenho, não ameaçou mais seriamente a meta do goleiro Diogo Silva.
Foi o período em que a Ponte ficou mais tempo com a bola, embora ainda carecendo de melhor articulação ofensiva, para importunar a defesa adversária.

PONTE QUERIA SE DEFENDER
Apesar do maior volume de jogo do Avaí durante o primeiro tempo, na prática, antes de chegar ao gol havia ameaçado apenas uma vez.
Foi quando, aos 30 minutos, o atacante Walace França acabou travado na tentativa de arremate.
A finalização do volante Del Pioge e defesa do goleiro Diogo Silva, logo aos quatro minutos, foi lance normal.
ERRO DE KEVYSON
Se contra o Vila Nova o lateral-esquerdo Kevyson já havia dado liberdade para que o atacante de beirada Ryan construísse a jogada do gol, agora estava avançado e tomou bola nas costas.
Foi quando o atacante Thayllon, do Avaí, serviu o meia Jean Lucas, livre dentro da área, com finalização sem chance de defesa para Diogo Silva.
Aí pergunta-se: para que servem três volantes e nenhum deles se aproximar do adversário, para evitar a conclusão?
Até então, a Ponte Preta havia ‘vivido’ ofensivamente apenas em uma cabeçada do meia Bryan Borges, que exigiu defesa difícil, no chão, do goleiro Léo Aragão.
PÊNALTI OCASIONAL
Se o enredo do jogo caminhava de maneira desconfortante à Ponte Preta durante o primeiro tempo – quando havia se preocupado em se defender e usar esporádicos contra-ataques – eis que aos 44 minutos, numa finalização de Bryan Borges, posicionado pela meia direita, a bola bateu no braço aberto de Jean Lucas, dentro da área, em pênalti indiscutível e marcado pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique.
Logo em seguida, Pottker se encarregou da cobrança e o chute rasteiro teve direção do canto direito, em partida empatada naquele momento.
Eis aí, portanto, um resultado inesperado pela maioria, até porque o Avaí entrou na rodada ocupando a segunda colocação desta competição.





































































































































