Guarani volta a ter salários atrasados antes da Série C
Os jogadores aguardam o pagamento referente ao mês de março, previsto para esta quarta-feira, quinto dia útil do mês
O Guarani começa sua caminhada na Série C do Campeonato Brasileiro sob pressão dos bastidores: o clube enfrenta atrasos nos direitos de imagem.
Campinas, SP, 3 (AFI) – O Guarani começa sua caminhada na Série C do Campeonato Brasileiro sob pressão dos bastidores: o clube enfrenta atrasos nos direitos de imagem e no auxílio moradia do elenco, além de salários pendentes.
Os jogadores aguardam o pagamento referente ao mês de março, previsto para esta quarta-feira, quinto dia útil do mês.
NOVIDADE! Futebol Interior agora está nos Canais do WhatsApp. Participe agora!
MAIS DETALHES
Em meio a receitas comprometidas e despesas que não param de crescer, o Bugre vê o fluxo de caixa apertar pelo segundo mês seguido.
O impacto da eliminação diante do Castanhal na Copa do Brasil pegou em cheio o planejamento financeiro e complicou ainda mais a situação para a diretoria, que já tinha como principal meta o acesso na Série C.
GUARANI E SALÁRIOS: ALERTA LIGADO
O custo mensal do elenco profissional beira os R$ 2 milhões, acendendo o sinal de alerta nos corredores do Brinco de Ouro. Parte do grupo recebe salários de três dígitos ou perto disso, o que obriga uma reengenharia nas contas.
O presidente Rômulo Amaro e os dirigentes têm plena consciência de que os reforços contratados desde o final de 2025 pesam no orçamento.
O executivo de futebol Carlos Frontini já havia diagnosticado essa necessidade e, por isso, a diretoria mira enxugar despesas assim que a janela de transferências se encerrar. Os bastidores mostram um ambiente de preocupação para manter a folha em dia e não prejudicar a busca pelo acesso.
NEGOCIAÇÃO FRUSTRADA
Outro fator que agrava o cenário é a negociação frustrada com o Sport pelo atacante Maranhão. O Guarani contava com os R$ 350 mil do empréstimo, que seriam pagos à vista pelo Leão, para ajudar a quitar pendências salariais.
Com o negócio não concretizado, o camisa 9 permaneceu em Campinas e o dinheiro não entrou em caixa, dificultando ainda mais o acerto com atletas e comissão técnica.





































































































































