Guarani volta a ter salários atrasados antes da Série C

Os jogadores aguardam o pagamento referente ao mês de março, previsto para esta quarta-feira, quinto dia útil do mês

O Guarani começa sua caminhada na Série C do Campeonato Brasileiro sob pressão dos bastidores: o clube enfrenta atrasos nos direitos de imagem.

Foto: Raphael Silvestre/Guarani FC
Foto: Raphael Silvestre/Guarani FC

Campinas, SP, 3 (AFI) – O Guarani começa sua caminhada na Série C do Campeonato Brasileiro sob pressão dos bastidores: o clube enfrenta atrasos nos direitos de imagem e no auxílio moradia do elenco, além de salários pendentes.

Os jogadores aguardam o pagamento referente ao mês de março, previsto para esta quarta-feira, quinto dia útil do mês.

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MAIS DETALHES

Em meio a receitas comprometidas e despesas que não param de crescer, o Bugre vê o fluxo de caixa apertar pelo segundo mês seguido.

O impacto da eliminação diante do Castanhal na Copa do Brasil pegou em cheio o planejamento financeiro e complicou ainda mais a situação para a diretoria, que já tinha como principal meta o acesso na Série C.

GUARANI E SALÁRIOS: ALERTA LIGADO

O custo mensal do elenco profissional beira os R$ 2 milhões, acendendo o sinal de alerta nos corredores do Brinco de Ouro. Parte do grupo recebe salários de três dígitos ou perto disso, o que obriga uma reengenharia nas contas.

O presidente Rômulo Amaro e os dirigentes têm plena consciência de que os reforços contratados desde o final de 2025 pesam no orçamento.

O executivo de futebol Carlos Frontini já havia diagnosticado essa necessidade e, por isso, a diretoria mira enxugar despesas assim que a janela de transferências se encerrar. Os bastidores mostram um ambiente de preocupação para manter a folha em dia e não prejudicar a busca pelo acesso.

NEGOCIAÇÃO FRUSTRADA

Outro fator que agrava o cenário é a negociação frustrada com o Sport pelo atacante Maranhão. O Guarani contava com os R$ 350 mil do empréstimo, que seriam pagos à vista pelo Leão, para ajudar a quitar pendências salariais.

Com o negócio não concretizado, o camisa 9 permaneceu em Campinas e o dinheiro não entrou em caixa, dificultando ainda mais o acerto com atletas e comissão técnica.

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