Técnico da Ponte Preta precisa rever tudo que fez de errado e 'ajudou' o Ceará empatar com um jogador a menos.
Ainda repercute a forma como a Ponte Preta cedeu empate com o Ceará por 1 a 1, na quarta-feira, em Campinas, com um a mais.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 2 (AFI) – Ainda repercute a forma como a Ponte Preta cedeu empate com o Ceará por 1 a 1, na quarta-feira, em Campinas.
Sim, dirão que tanto o lateral-direito Thalys, como o atacante Luís Philipe, não tinham condições para permanecer no gramado. Ok.
Ora, o treinador Rodrigo Santana, que acompanha diariamente o rendimento de seus atletas, não teve a percepção que o rendimento de Justen tem sido aquém do esperado?
Numa situação com vantagem no placar da Ponte Preta, o lateral deveria avaliar que o recomendável seria se preocupar com os cuidados defensivos, e não querer atacar.
Não seria o caso de improvisação de um zagueiro na substituição de Thalys?

Foto: AAPP
POR QUE BAIANINHO E BARCELOS?
Ora, se Baianinho errou quase todas as jogadas na partida contra o Athletic, qual a indicação para ser o substituto de Luís Philipe?
Não me consta que o lateral-esquerdo Porfírio tenha se lesionado.
Talvez possam argumentar a hipótese de desgaste físico para ser substituído.
Convenhamos que, com o domínio do jogo através do Ceará, naquele momento, nada recomendava a entrada do lateral Danilo Barcelos, afastado dos gramados há dez meses.
Pela importância do jogo, e como o Ceará corria atrás do resultado, claro que não era jogo para Barcelos, totalmente fora de ritmo.
Essas substituições mostram claramente que ainda falta leitura de jogo adequada ao treinador Rodrigo Santana.

ESCALAÇÃO DE ÉLVIS
Ao optar pela escalação do meia Élvis, Rodrigo Santana contrariou a sua posição no jogo de estreia na Série B, contra o Athletic, quando o deixou na reserva.
Claro que o condicionamento físico do atleta não seria modificado em tão pouco tempo.
Se Élvis não agrega na marcação, no meio de campo, a escalação dele passa a não ser recomendável.
Se tivesse uma razoável mobilidade para se aproximar da área adversária, causaria dúvida.
Agora, um toque na bola ali, e um ‘três dedos’ acolá já não impressionam.
E se o Ceará passou a ter o domínio do jogo – a partir das metade de segundo tempo -, não era o caso para a entrada em campo de um volante de contenção, do tipo Tarik?
RÁDIO FUTEBOL INTERIOR
A Rádio Futebol Interior transmitiu o jogo, quarta-feira, com os irmãos Carlos e Marcelo Corsato, além do comentarista Frank Francisco. Depois resumiram o jogo na Análise Final. Veja abaixo:
Confira também:
- Ponte Preta sai na frente, mas cede empate. Veja as Notas!
- Ponte Preta empresta lateral e pretende renovar com zagueiro
- Luís Phelipe é o primeiro atacante a marcar pela Ponte em 2026
- Rodrigo Santana blinda elenco da Ponte Preta após vaias no Majestoso
- Mexidas erradas do treinador da Ponte Preta dão empate ao Ceará





































































































































