O Guarani deve se preparar para estreia na Série C. O Maranhão é pouca coisa melhor do que o Castanhal, adversário na Copa do Brasil.
Que a boleirada do Guarani já fique preparada para jogar num gramado duro, onde a bola quica bastante, caso do Nhozinho Santos
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 30 (AFI) – O torcedor do Guarani está a perguntar qual a cara desse Maranhão, adversário na estreia de seu clube pela Série C do Brasileiro, a partir das 17h do próximo sábado.
Calma! Antes de entrar em detalhes do clube maranhense, que a boleirada do Guarani já fique preparada para jogar num gramado duro, onde a bola quica bastante, caso do Estádio Nhozinho Santos, em São Luís (MA).
Em situação assim, passes de média e longa distância são incertos. Melhor aqueles curtos.
O Canal do Benja, no YouTube, escancarou as imagens, na tarde de sábado, e quem viu há de concordar que a tabela da CBF foi generosa com o Guarani, ao programar um adversário plenamente vencível.
Resta saber se ele terá capacidade de explorar essa ‘canja’, pois situação semelhante foi oferecida quando enfrentou o Castanhal, pela Copa do Brasil, mas não soube aproveitar.
O QUE MUDOU NO GUARANI?
Resta saber, também, se o modelo de equipe dos tempos do treinador Matheus Costa foi mudado para melhor.
O Maranhão, visto na derrota para o Ferroviário por 3 a 2, foi de equipe desorganizada taticamente durante o primeiro tempo.
Na ocasião, abusou de bola alongada, visando principalmente a velocidade do atacante de beirada Will Viana, que alternava seguidamente os lados do campo, sem que mostrasse habilidade.
Durante aquele período, viu-se a defesa do Maranhão ‘bater cabeça’, sofrer dois gols e mostrar vulnerabilidade na marcação pelo lado direito, através do lateral Ball.
QUATRO MUDANÇAS
As quatro mudanças feitas no intervalo pelo treinador Marcinho Guerreiro, do Maranhão, resultaram em ‘leveza’ na equipe e mais aproximação da área adversária.

Já com o atacante Pimentinha em campo – 38 anos de idade -, o Maranhão ganhou aqueles dribles curtos dele, tanto que sofreu pênalti neste expediente, convertido.
Apesar de o Maranhão rodar mais a bola durante o segundo tempo, a mostra foi de equipe previsível.
O segundo gol do clube maranhense foi decorrente de precisa cobrança de falta do meia Jorge, que entrou no segundo tempo, colocando a bola no ângulo.
Teria ele um bom aproveitamento neste quesito?
Nas bolas paradas ofensivas do Maranhão, viu-se o volante Rosivan – que também entrou no segundo tempo – ganhar algumas jogadas pelo alto, uma delas com cabeceio e a bola atingindo o travessão.
Deu pra entender, então, que é jogo para o Guarani saber aproveitar?
SEIS ANOS SEM O GOLEIRO JOÃO MARCOS
No botão de áudio da plataforma https://blogdoari.futebolinterior.com.br/ foi produzido um relato sobre o então goleiro João Marcos – de Palmeiras e Grêmio -, que morreu há seis anos, vítima do alcoolismo.





































































































































