Dimarco explica comemoração por gol da Bósnia e nega provocação à Itália
Lateral da Itália diz que reação foi por amizade com Džeko e critica divulgação de imagens pela TV italiana.
Dimarco esclarece vídeo polêmico comemorando gol da Bósnia e diz que reação foi por amizade com Džeko.
Roma, ITA, 28 – A divulgação de um vídeo pela emissora Rai, no qual Dimarco aparece ao lado do companheiro Guglielmo Vicario vibrando com um gol da Seleção da Bósnia e Herzegovina na repescagem contra o País de Gales não caiu bem na Itália.
Os bósnios serão rivais da Itália na disputa por uma vaga na Copa do Mundo, e a reação do lateral da Inter de Milão gerou debate.
Parte da imprensa e torcedores interpretou a comemoração como um sinal de que os italianos estariam “aliviados” por evitar os galeses.
EXPLICAÇÃO
Após a repercussão, Dimarco veio a público neste sábado para esclarecer o episódio.
“Decidi falar nesta conferência de imprensa para enfatizar que tenho profundo respeito por qualquer clube e seleção nacional. Nós respeitamos a Bósnia”, afirmou o jogador.
Segundo ele, a reação foi motivada por uma relação pessoal com Edin Džeko, seu ex-companheiro de equipe.
“Alguns dos meus companheiros de equipe e eu simplesmente reagimos instintivamente, comemorando o empate como amigos. Logo depois, troquei mensagens com Dzeko. Temos uma ótima relação, jogamos juntos e até nos encontramos em férias. Eu o parabenizei, ele fez o mesmo, e disse que o melhor time deveria vencer”, explicou.
CLASSIFICAÇÃO
Após empatar em 1 a 1, a Bósnia & Herzegovina avançou ao vencer por 4 a 2 nos pênaltis o País de Gales. Assim, será a adversária da Itália, que superou a Irlanda do Norte por 2 a 0.
O confronto decisivo acontece nesta terça-feira, em Zenica, com mando da equipe bósnia.
CRÍTICAS À EXPOSIÇÃO
Com a polêmica amenizada, Dimarco também criticou a divulgação do vídeo pela emissora italiana.
“O vídeo incluía familiares e crianças, então acho um pouco desrespeitoso que tenha sido compartilhado”, reclamou.
Ele ainda contestou a interpretação de parte da imprensa e de torcedores.
“Li que fomos descritos como arrogantes e não entendo isso, especialmente porque a Itália não se classifica para a Copa do Mundo há doze anos”, concluiu.





































































































































