O Brasil não contou com sua "força máxima", o que, de certa forma, ameniza o impacto da derrota para a França.
O Brasil mostrou um futebol de muita correria e aplicação, mas totalmente fora do contexto para quem tinha o objetivo de ganhar mais uma Copa.
Por SÉRGIO CARVALHO
São Paulo, SP, 27 (AFI) – Se depender da imagem que o Brasil passou durante o jogo contra a França, quinta-feira passada, em Boston, EUA, a chance brasileira de chegar ao menos às quartas de final da próxima Copa do Mundo, é zero.
O time francês mandou no jogo, fez dois gols, anulou o meio campo e o ataque brasileiro e provou que o futebol da equipe dirigida pelo italiano Carlo Ancelotti está muito longe do ideal para quem sonhava voltar a ser campeão mundial.
O Brasil mostrou em Boston, um futebol de muita correria e aplicação, mas totalmente fora do contexto para quem tinha o objetivo de ganhar mais uma Copa.
Os franceses, ao contrário, provaram estar mesmo em fase especial, praticando um futebol de toques e deslocações, que destruíram qualquer chance brasileira de, ao menos, empatar o jogo.
GOLS E OS MELHORES
Os gols da partida foram marcados por Mbappé, aos 31 minutos do primeiro tempo, depois de uma falha gritante do volante Casemiro, do Brasil.
No segundo tempo, aos 18 minutos do segundo tempo, Hugo Ekitike, marcou o segundo da França. O zagueiro Bremer fez o gol de honra do Brasil, aos 33 minutos do segundo período.
Melhores do Jogo:
- Mbappé, Dembele e Ekitike da França;
- Bremer, Andrey Santos e Fernando Henrique, do Brasil.
- A arbitragem foi aceitável e não influiu no resultado final do jogo.
Seria bom lembrar que o time brasileiro não contou neste jogo com pelo menos sete jogadores que são considerados titulares pelo técnico Ancelotti. Ou seja, nesta partida contra a França, o Brasil não contou com sua “força máxima”, o que, de certa forma, ameniza o impacto da derrota de quinta-feira.
AVALIAÇÃO DOS ‘RESERVAS’ DE ANCELOTTI
Os considerados “reservas” de Ancelotti, não jogaram ou não tiveram competência para jogar, o futebol que deles se esperava.
Na defesa brasileira, considerei o lateral Wesley, muito fraco para jogar numa seleção do Brasil.
Casemiro, que Ancelotti considera titular absoluto do time, intercala bons e maus momentos e não passa segurança para ninguém. Talvez até seja o caso de arrumar um outro nome para ocupar essa posição.
Raphinha correu muito, mas produziu pouco. Mas a grande decepção mesmo foi o ponta esquerda Vinícius Júnior. Ele não acertou nada, foi um arremedo de jogador. Em minha opinião foi uma exibição tão ruim que, já no próximo jogo, eu não escalaria Vinicius como titular.
Em compensação, Luiz Henrique, que foi do Botafogo carioca, deitou e rolou na ponta direita, no segundo tempo do jogo. Merece ser testado desde o início de um jogo como titular do Brasil.
CHANCE CONTRA A CROÁCIA
Aliás, o próximo jogo da Seleção será no dia 31 de março, uma terça-feira, às 21 horas, em Orlando, EUA. O adversário será a Croácia, que não chega nem perto da qualidade do time francês.
Numa dessas, o Brasil pode até se reabilitar, desde que Ancelotti faça as mudanças certas no time que for entrar em campo.
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