Atlético-MG busca reestruturação financeira com foco em 2030
Atlético-MG completa 118 anos planejando um futuro financeiro mais sólido e competitivo.
Atlético-MG comemora 118 anos com plano financeiro para reduzir dívida e competir com Flamengo e Palmeiras até 2030. Novo aporte de R$ 500 milhões é destaque.
Belo Horizonte, MG, 25 (AFI) – O Atlético-MG celebra nesta quarta-feira 118 anos de história, marcando o terceiro aniversário desde a transformação em SAF.
O clube enfrenta o desafio de superar uma dívida superior a R$ 1 bilhão, enquanto busca resultados expressivos em campo. Para isso, trouxe Pedro Daniel como diretor-presidente (CEO), responsável por reestruturar o Alvinegro e liderar o projeto Galo 2030.
Pedro Daniel atua como porta-voz dos sócios majoritários da SAF, explicando que sua função é equiparada à de um presidente de clube associativo.
No entanto, ele presta contas diretamente aos donos. Antes da chegada de Daniel, o CEO do clube cuidava apenas das finanças, mas agora a gestão abrange futebol, comercial, comunicação e marketing.
NOVO APORTE FINANCEIRO
O Atlético-MG está recebendo um novo aporte financeiro de R$ 500 milhões para reduzir os juros bancários que comprometem a operação do futebol.
Com essa injeção de capital, o clube espera diminuir as taxas em R$ 100 milhões por ano, aliviando o fluxo de caixa. O objetivo é competir com grandes potências como Flamengo e Palmeiras até 2030.
A dívida total do clube gira em torno de R$ 1,7 bilhão. Com o novo investimento, o valor deve cair para cerca de R$ 1,2 bilhão.
A operação financeira prevê transferir aproximadamente R$ 520 milhões do passivo do clube para outra empresa do grupo, reduzindo significativamente o endividamento bancário.
OBJETIVO LIBERTADORES
No âmbito esportivo, o Atlético-MG almeja retornar à Libertadores em 2027. O clube não disputa a competição desde 2024, quando foi vice-campeão.
Para alcançar essa meta, o Galo aposta no Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil ou Copa Sul-Americana como caminhos possíveis.
Pedro Daniel tem presença ativa no dia a dia do clube e desempenhou um papel fundamental na demissão de Jorge Sampaoli e na contratação de Eduardo Domínguez.
O CEO destaca a importância de ter um modelo de negócios integrado à gestão do futebol para garantir um legado duradouro no clube.





































































































































