Internacional não consegue usar CT como garantia em processo
Justiça impede uso de terreno do CT do Internacional em ação judicial.
A Justiça do RS negou o uso de terreno do Inter como garantia em ação por dívida de R$ 640 mil, relacionada à contratação do chileno Carlos Palacios em 2021.
Porto Alegre, RS, 24 (AFI) – A Justiça do Rio Grande do Sul negou o uso de um terreno do Internacional como garantia em um processo judicial.
A ação é movida por um empresário envolvido na contratação do chileno Carlos Palacios, ocorrida em 2021.
O bem ofertado pelo clube foi o Complexo Parque Gigante, que abriga o Centro de Treinamentos na zona sul de Porto Alegre.
A proposta foi apresentada para suspender a cobrança de uma dívida de aproximadamente R$ 640 mil, incluindo juros e correção.
INTER CONTESTA DÍVIDA
O Inter alega que os valores cobrados são indevidos e pretende contestá-los na Justiça.
O clube argumenta que, mesmo somadas outras dívidas na matrícula, o valor do terreno não seria ultrapassado, acreditando que ele poderia servir como garantia.
O magistrado responsável pela decisão destacou que o imóvel possui dívidas registradas anteriormente por outros credores, tornando-o inadequado para garantir o pagamento do montante discutido.
TENTATIVAS DE GARANTIA
Antes de oferecer o terreno, o Internacional já havia proposto uma máquina de iluminação do gramado do Beira-Rio como garantia.
Avaliada em cerca de R$ 1 milhão, a máquina também foi rejeitada pela Justiça no mesmo processo.
O clube teve R$ 240 mil bloqueados em suas contas em janeiro, referentes a uma parcela vencida da dívida. O empresário afirma ter recebido apenas parte do valor e busca a quitação integral com juros e honorários.





































































































































