Diante de um adversário limitadíssimo, a Ponte Preta apenas cumpriu a obrigação de conquistar a 1ª vitória no ano.
Valeu pela garantia de vaga à quarta fase do Copa do Brasil e uma bolada superior a R$ 1,6 milhão, para ajudar no pagamento de suas dívidas.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 11 (AFI) – Diante de um adversário limitadíssimo como o Guarany de Bagé, a Ponte Preta apenas cumpriu a obrigação de conquistar a primeira vitória no ano, por 1 a 0, em Campinas, na noite desta terça-feira.
Valeu pela garantia de vaga à quarta fase do Copa do Brasil e uma bolada superior a R$ 1,6 milhão, para ajudar no pagamento de suas dívidas.
Neste jogo, a Ponte Preta teve um pouco de lucidez com a entrada do atacante Daniel Baianinho, a partir dos 13 minutos do segundo tempo.
Como ele é driblador e veloz, foi parado apenas através de botinadas.
GOL DE BRYAN BORGES
O gol do polivalente Bryan Borges, logo aos dois minutos do segundo tempo, serviu para a Ponte Preta dar uma respirada.
Ele acertou chute rasteiro, de fora da área, com a bola tocando no poste direito antes de estufar as redes.
O lance exigiu que o adversário desfizesse aquele esquema rigorosamente defensivo e se soltasse um pouco mais.
PONTE PRETA CRIOU POUCO
No entanto, mesmo encontrando um pouco mais de espaço para jogadas ofensivas, a Ponte Preta criou apenas mais uma jogada preocupante contra o Guarany de Bagé.
Foi numa escapada do lateral-esquerdo Kevyson, aos 18 minutos, quando chegou ao fundo de campo e fez o cruzamento rasteiro para o interior da área, ocasião que o atacante Jonathan Cafu chegou atrasado para complementar a jogada.

PRIMEIRO TEMPO FRACO
A Ponte Preta só não lembrou totalmente aquele fraco rendimento do Paulistão, durante o primeiro tempo, porque desta vez foi evitada aquela contestável ligação direta.
Diante de um adversário fraco, mas competitivo, a única concreta finalização dos pontepretanos ocorreu aos quatro minutos
Foi quando o atacante Pottker, em incursão pela esquerda, chutou cruzado e a bola, interceptada por um zagueiro contrário, saiu para escanteio.
Naquele período, a Ponte Preta conseguiu se nivelar ao Guarany de Bagé, pois não teve profundidade.
Colocou em prática um futebol de previsibilidade, e assim facilitou o trabalho de marcação.
DIOGO SILVA: APENAS UMA DEFESA
Já o Guarany de Bagé tinha com válvula de escape apenas algumas jogadas em velocidade de seu atacante de beirada Tony Júnior e nada mais.
Apesar disso, em descuido de marcação do miolo de zaga da Ponte Preta, o zagueiro Jean Martins exigiu segura defesa do goleiro Diogo Silva – a única no jogo -, em lance iniciado através de cobrança de falta do meia Silas, aos dez minutos.

Foto: Marcos Ribolli
RODRIGO SANTANA
Depreende-se que esse futebol da Ponte Preta, bem aquém das necessidades da Série B do Brasileiro, vai exigir que o treinador Rodrigo Santana providencie vários ajustes na equipe, inclusive com trocas de titulares.





































































































































