O Palmeiras construiu a vantagem sobre o Novorizontino porque foi ousado ofensivamente, embora tivesse queda de ritmo durante o segundo tempo.
O Novorizontino mostrou apenas esporádicas jogadas para criar duas chances de gols, uma delas desperdiçando cobrança de pênalti.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 4 (AFI) – Até que ponto esta vitória de apenas 1 a 0 do Palmeiras sobre o Novorizontino fará grande diferença no jogo da volta da final do Paulistão, a partir das 20h30 do próximo domingo, em Novo Horizonte?
Uns dirão que esta vitória, neste jogo realizado na Arena Barueri, na noite desta quarta-feira, foi marcante, pois agora basta um empate no jogo da volta.
Tem aqueles que lembram o histórico do Novorizontino nos últimos dez jogos em seu estádio, com registro de invencibilidade, e maioria de vitórias.

PALMEIRAS OFENSIVO
O Palmeiras construiu a vantagem nesta quarta-feira porque foi ousado ofensivamente, embora tivesse queda de ritmo durante o segundo tempo.
O Novorizontino mostrou apenas esporádicas jogadas para criar duas chances de gols, uma delas desperdiçando cobrança de pênalti.
NOVORIZONTINO SE DEFENDE
Conforme se previa, se o Palmeiras tomou iniciativa ofensiva, o Novorizontino optou por uma necessária retração.
Soube povoar o meio de campo e assim evitar espaços para penetração do adversário.
Com isso, o goleiro Jordi, que não havia sido exigido quase até o final do primeiro tempo, falhou numa das raras finalizações em direção ao gol do Palmeiras.
Foi quando Sosa – deslocado como centroavante – ganhou jogada que parecia dominada por defensor adversário, e serviu Flaco López.

Aí, ele ajeitou a bola para a finalização, com chute fraco no canto esquerdo do goleiro Jordi, que falhou na tentativa de defesa, aos 34 minutos.
Quatro minutos depois, quando a defesa do Novorizontino estava desguarnecida, o atacante Allan foi servido pela direita, e o chute cruzado foi em direção do poste esquerdo.
CHANCES DO NOVORIZONTINO
Paradoxalmente, erros em saídas de bola do Palmeiras permitiram que o Novorizontino tivesse duas chances para chegar ao empate, aos 42 e 44 minutos.
Primeiro, na bobeira de bola de Andres Pereira, ocasião que o atacante Robson, Novorizontino, se aprofundou pelo lado esquerdo e cruzou.
Já dentro da área, tanto Juninho como Matheus Bianqui não conseguiram chegar na bola, para empurra-lá ao gol.

PÊNALTI DESPERDIÇADO
A chance mais clara de empate foi registrada no pênalti que zagueiro Gustavo Gómez cometeu no atacante Vinícius Paiva.
Todavia, Robson, autor da cobrança, optou por uma pancada na bola, no centro da meta, e o goleiro Carlos Miguel preferiu não se deslocar para quaisquer dos lados, e assim praticou a defesa.
O Palmeiras teve a chance de ampliar em bola cruzada e o seu zagueiro Murilo subiu sozinho, no interior da área, aos 50 minutos, mas, na cabeçada, a bola foi para fora.
GOL DO PALMEIRAS ANULADO
Após o intervalo, sem que mantivesse a mesma intensidade, o Palmeiras não correu risco, devido a inoperância ofensiva do Novorizontino.
Ainda assim, criou expectativa em seu torcedor em dois lances ofensivos.
Primeiro em cobrança de falta do lateral Piquerez, pela esquerda, o zagueiro Gustavo Gómez, em cabeçada, exigiu defesa difícil do goleiro Jordi, e no rebote chutou a bola para as redes.
Entretanto, por interferência do VAR, a jogada foi anulada, pois o zagueiro foi flagrado em posição de impedimento, aos sete minutos do segundo tempo.
Depois disso, outra chance em jogada pessoal de Flaco Lópes, o lateral-direito Khellven recebeu passe em condição de arremate, mas outra vez Jordi praticou defesa de destaque.





































































































































