Corinthians é investigado por repasses milionários em espécie
Movimentação financeira no Corinthians é alvo de investigação.
Dinheiro em espécie movimentado no Corinthians gera investigação do MP.
São Paulo, SP, 4 (AFI) – O Corinthians está sob os holofotes após o Ministério Público abrir uma investigação sobre movimentações financeiras em espécie.
Entre março de 2018 e dezembro de 2023, João Odair de Souza, conhecido como Caveira, chefe de segurança do clube, teria recebido mais de R$ 3,4 milhões sem comprovação documental.
MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGA
Esses repasses ocorreram durante as gestões dos ex-presidentes Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves. Documentos enviados ao MP revelam que os valores atualizados pela inflação podem chegar a R$ 7,3 milhões.
Caveira justificou a ausência de notas fiscais alegando contratações emergenciais de seguranças freelancers, principalmente em protestos e eventos do clube.
PLANILHAS E RETIRADAS SUSPEITAS
Segundo planilhas do clube, as retiradas em espécie variavam. Em outubro de 2023, Caveira sacou R$ 129,3 mil num único dia.
O ex-funcionário alega que prestava contas ao departamento financeiro do Corinthians e não enfrentou questionamentos do Conselho Fiscal.
Entretanto, a investigação do MP também abrange Denilson Grillo, ex-motorista de Duílio, que recebeu R$ 1,2 milhão durante três anos.





































































































































