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ARIOVALDO IZAC

Contra o modesto Castanhal, vitória do Guarani é uma obrigação

Sem delongas, tem que ser citada a obrigação de uma vitória do Guarani sobre o Castanhal em qualquer circunstância.

Em qualquer circunstância, o Guarani terá que fazer uma força tremenda para não sair vencedor, pois há uma grande disparidade técnica

Copa do Brasil - 2026
Guarani precisa vencer Castanhal. Foto: Raphael Silvestre-GFC

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 24 (AFI) – Guarani em campo. O bugrino quer saber quem vai mostrar imagens da estreia de seu clube na Copa do Brasil, contra o Castanhal, a partir das 15h30 desta quarta-feira, no Pará.

Pra dar a informação completa, cabe reproduzir texto do site do GE, com narração de João Wanderley, comentários de Nicksson Melo e reportagem através de Noriel Magalhães.

Sem delongas, tem que ser citada a obrigação de uma vitória do Guarani em qualquer circunstância.

Mesmo não tendo mostrado rendimento de pleno convencimento até aqui, convenhamos que a sua equipe é bem superior ao adversário.

Alguns dirão que o período chuvoso e gramado pesado no estado paraense pode prejudicar o rendimento do Guarani.

Desculpa que não cola.

Em qualquer circunstância, o Guarani terá que fazer uma força tremenda para não sair vencedor, pois claramente há uma disparidade técnica entre elencos.

Copa do Brasil - 2026
Guarani joga no Pará com obrigação de vencer. Foto: Raphael Silvestre – GFC

ADVERSÁRIO É SÓ CORRERIA

O Castanhal se vale apenas da correria de seus jogadores, alguma técnica de seu meia Romarinho e reflexo de seu goleiro Tom, o que convenhamos é muito pouco para objetivar sequência na competição.

Na derrota para o Paysandu por 1 a 0, no domingo, a proposta do Castanhal foi se retrancar durante todo o primeiro tempo, com tentativa de organizar contra-ataques.

Com a desvantagem no placar até o intervalo, ele saiu um pouco mais ao ataque, com gramado pesado, devido à chuva, porém sem criar chance.

A exceção foi uma bola mal recuada por um defensor do Paysandu, o que exigiu precisa defesa do goleiro Gabriel Mesquita.

O Castanhal mais parece um amontoado de jogadores do que coordenação tática.

GUARANI E A MARCAÇÃO ALTA

Se o Guarani adotar marcação alta na saída de bola do Castanhal, vai exigir que os defensores dele provoquem chutões, como ocorreu diante do Paysandu.

Aí, o desenho tático será o time bugrino ganhando o que se convenciona chamar de segunda bola, ao explorar o distanciamento dos atletas do setor do adversário.

A partir disso, que o Guarani evolua rapidamente sentido à área contrária.

Cabe repetir que a hipótese de um inesperado tropeço seria inadmissível.

Neste caso, tem-se que constatar responsáveis diretos e que sejam tomadas as devidas providências.