Paulistão A2 RIVALO: Treinadores balançam após sequência negativa
Profissionais convivem com forte risco de demissão nas próximas rodadas da competição estadual
Tradicional dança das cadeiras dos técnicos ganha força no Paulistão A2 RIVALO após 11 rodadas
Campinas, SP, 19 (AFI) – A primeira fase do Paulistão A2 RIVALO começa a esquentar fora das quatro linhas, com a tradicional “dança das cadeiras” ganhando força após 11 rodadas disputadas. Com equipes pressionadas pela luta contra o rebaixamento ou por vagas no G8, alguns treinadores já convivem com forte risco de demissão nas próximas rodadas.
LANTERNA EM FASE COMPLICADA
A situação mais delicada é a do São Bento. Após mais uma derrota na competição, desta vez por 3 a 1 para o Votuporanguense, o time chegou à décima derrota em 11 jogos e soma apenas um ponto. Lanterna isolado, está a oito pontos do Taubaté, primeiro clube fora da zona de rebaixamento.
Apesar do discurso interno de foco na recuperação, o técnico Wilson Júnior vive enorme pressão, já que uma nova derrota, combinada a resultados de concorrentes diretos, pode decretar matematicamente o rebaixamento já na próxima rodada.
TÉCNICOS BALANÇAM NO CARGO
Outro nome sob observação é Luciano Dias, do Grêmio Prudente. O treinador chegou no fim de janeiro, após as cinco primeiras rodadas, com a missão de substituir Rogério Corrêa e reagir na competição. No entanto, a equipe segue na zona de rebaixamento e ainda não conseguiu apresentar uma sequência consistente de resultados, o que aumenta a cobrança por uma resposta imediata nas rodadas decisivas.
No meio da tabela, mas em queda de rendimento, o Juventus também liga o sinal de alerta. Sem vencer há seis partidas e vindo de duas derrotas consecutivas, para Votuporanguense e Sertãozinho, ambas por 1 a 0, o técnico Thiago Carvalho vê a pressão crescer. A proximidade da zona de rebaixamento e a necessidade de pontuar rapidamente tornam os próximos jogos determinantes para a manutenção do trabalho.
JOSUÉ GAMMA PRESSIONADO NO MONTE AZUL
Quem também sofre com a pressão externa é o Monte Azul. Vivendo longo período sem vitória, o time enfrenta críticas da torcida e a diretoria já mantém o alerta ligado. O técnico Josué Gamma tem encontrado dificuldades para extrair o melhor desempenho do elenco, e uma nova sequência negativa pode acelerar uma eventual mudança no comando técnico.
Com a tabela apertada e a briga acirrada tanto na parte de cima quanto na luta contra a queda, a tendência é que as próximas rodadas sejam decisivas não apenas para o destino dos clubes, mas também para a permanência de seus treinadores no Paulistão A2 RIVALO.





































































































































