Luan e Kieza lideram lista de nomes conhecidos da 1ª fase da Copa do Brasil

Competição começa com veteranos e ex-jogadores de grandes clubes defendendo equipes espalhadas pelo país.

A Copa do Brasil terá jogadores experientes como Luan, Kieza e Henrique Almeida na primeira fase. Os atletas defendem clubes de diferentes regiões do país.

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Luan vai defender o Gama na Copa do Brasil

Campinas, SP, 17 (AFI) – A primeira fase da Copa do Brasil 2026 contará com a presença de jogadores experientes e conhecidos do torcedor brasileiro. Entre os destaques estão nomes como Luan, Kieza e Henrique Almeida, que hoje defendem clubes fora do eixo principal, mas carregam no currículo passagens marcantes por grandes equipes.

No Gama, o atacante Luan é uma das principais referências. Aos 38 anos, o jogador soma títulos importantes, incluindo conquistas do Campeonato Brasileiro por Cruzeiro e Palmeiras. Além dele, o clube do Distrito Federal também conta com Henrique Almeida, atacante revelado pelo São Paulo e que teve passagens por clubes como Grêmio, Bahia, Botafogo e Coritiba ao longo da carreira.

Outro nome de destaque é Kieza, atualmente na Desportiva. O centroavante construiu trajetória relevante no futebol nacional, com momentos importantes por Bahia, Vitória, Náutico e Botafogo, além de passagens por Fluminense, São Paulo e Cruzeiro. Agora, retorna ao clube onde iniciou a carreira, trazendo experiência ao elenco.

OUTROS NOMES

No Madureira, o volante Rodrigo Lindoso é uma das lideranças da equipe. Campeão estadual por Fluminense e Botafogo, o jogador também teve passagem de destaque pelo Internacional e vive mais um capítulo com o clube carioca, onde exerce papel de capitão.

O Primavera, de São Paulo, conta com Júnior Caiçara, lateral que teve carreira consolidada no futebol europeu e conquistou títulos importantes no exterior, incluindo campeonatos nacionais na Bulgária e na Turquia. Já o Serra Branca aposta na experiência de Victor Ferraz, lateral com longa trajetória no Santos e passagens por outros clubes tradicionais do país.

A presença desses atletas reforça o caráter democrático da Copa do Brasil, que reúne diferentes gerações e histórias. Para muitos deles, a competição representa mais uma oportunidade de protagonismo e de manter viva a relevância dentro do cenário nacional.