Ponte Preta tenta evitar pior campanha da história no Paulistão

O desempenho já configura o pior início de temporada da história do clube em torneios oficiais

Caso não vença o São Paulo, será a primeira vez que a Ponte encerrará uma competição não eliminatória sem nenhuma vitória

Ponte Preta tenta evitar pior campanha da historia no Paulistao
A Ponte ainda não venceu em 2026 - Foto: Diogo Reis / PontePress

Campinas, SP, 13 (AFI) – A Ponte Preta entra na última rodada da primeira fase do Paulistão 2026 já rebaixada, mas ainda com um objetivo relevante: evitar a pior campanha de sua história em competições de pontos corridos. O duelo será contra o São Paulo, neste domingo, às 20h30, no estádio Moisés Lucarelli, o Majestoso, em Campinas.

Mesmo sem chances de permanência na elite estadual, o resultado pode ter impacto simbólico nos 125 anos do clube.

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RISCO DE MARCA HISTÓRICA

Sem vencer até aqui, a Macaca soma seis derrotas e um empate, com apenas um ponto conquistado em 21 possíveis, o que representa 4,7% de aproveitamento. Caso não vença o São Paulo, será a primeira vez que a Ponte encerrará uma competição não eliminatória sem nenhuma vitória.

O desempenho já configura o pior início de temporada da história do clube em torneios oficiais. Levantamentos históricos apontam que nunca a equipe teve aproveitamento tão baixo nas seis primeiras partidas do ano.

VAI SUPERAR?

Em 1997, pela Série A2 do Paulista, a Ponte conquistou a primeira vitória apenas no sétimo jogo, mas acumulava quatro derrotas e dois empates até então.

Já em 1984, na Seletiva da Taça CBF, equivalente à Série B nacional, o time também passou pelos seis primeiros compromissos sem vencer, porém somando três empates.

Nem mesmo em 1995, temporada marcada por rebaixamentos no estadual e na Série B do Campeonato Brasileiro, o clube demorou tanto para conquistar a primeira vitória.

CRISE NOS BASTIDORES

A campanha no Paulistão é reflexo de um cenário conturbado nos bastidores. A Ponte enfrenta salários atrasados desde meados de 2025, ações judiciais por falta de pagamento e um transfer ban que impediu o registro de reforços nas três primeiras rodadas da competição.

Sem poder contar com novas contratações no início do torneio, a comissão técnica precisou recorrer às categorias de base para montar a equipe.

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