Paraense: Júnior Rocha enaltece jogadores do Paysandu no empate contra o Remo
Em entrevista coletiva, o treinador destacou que mantém o foco nas convicções internas e no desempenho diário do elenco
Após a partida, o comandante ressaltou a postura competitiva do Papão, que atuou com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, e reforçou a confiança
Belém, PA , 10 (AFI) – O técnico do Paysandu, Júnior Rocha, avaliou de forma satisfatória o empate no clássico Re-Pa, disputado no último domingo (8), no Mangueirão.
Após a partida, o comandante ressaltou a postura competitiva do Papão, que atuou com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, e reforçou a confiança no processo de trabalho desenvolvido no clube, atualmente na Série C do Campeonato Brasileiro.
FALA, PROFESSOR
Em entrevista coletiva, o treinador destacou que mantém o foco nas convicções internas e no desempenho diário do elenco. Segundo ele, opiniões externas não interferem nas decisões da comissão técnica.
“Não acompanho o que se fala fora, porque isso só atrapalha. Valorizo o que vemos no dia a dia. A escalação é definida pelo rendimento nos treinos e pela performance dos atletas”, afirmou.
Rocha também minimizou a ideia de favoritismo do Remo, equipe que disputa a Série A, e garantiu que o planejamento do Paysandu segue inalterado, independentemente do contexto externo.
VANTAGENS
Para o técnico, embora seja comum apontar vantagem para clubes de divisões superiores, o futebol se resolve dentro de campo e o elenco alviceleste tem condições de competir em alto nível.
“É natural que muitos imaginem que um time da Série A vá sempre vencer o de Série C. Em alguns momentos pode até acontecer, mas confiamos muito no potencial do nosso grupo. O trabalho diário é intenso e bem organizado”, comentou.
O treinador ainda ressaltou que o Paysandu entrou em campo com postura ofensiva, pressionando o adversário desde o início. Mesmo diante das dificuldades impostas pela expulsão ainda no primeiro tempo, a equipe manteve o nível de entrega e competitividade ao longo do clássico.
MOMENTO DO CLUBE
Júnior Rocha também contextualizou o momento vivido pelo clube, que passa por um processo de reformulação. De acordo com ele, poucos jogadores da temporada passada permanecem no elenco, o que exige adaptação ao modelo de jogo e às estratégias adotadas pela comissão técnica.
“Estamos reconstruindo o time e ajustando o modelo de jogo. É um grupo praticamente novo, com poucos remanescentes. São atletas que ainda estão se adaptando, mas evoluímos a cada dia. O comprometimento tem sido excelente”, explicou.
VALORIZAÇÃO DA BASE
Outro ponto destacado pelo treinador foi a valorização das categorias de base. Seis jogadores formados no clube participaram do clássico, entre eles o volante Brian Macapá, que vinha tendo bom desempenho até ser expulso no fim da primeira etapa.
Para Rocha, a utilização de jovens atletas faz parte da filosofia de trabalho e também da busca por um elenco mais competitivo e comprometido.
“Gostamos de trabalhar com jogadores que tenham ambição e vontade de crescer. Os atletas da base se dedicam ao máximo e enxergam aqui uma grande oportunidade. Estamos ajustando o elenco, priorizando qualidade e entrega dentro de campo”, concluiu.





































































































































