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ARIOVALDO IZAC

Cobranças no Guarani, apesar da boa fase no Paulistão

O Guarani ganhou da Portuguesa, escapou da hipótese de rebaixamento no Paulistão, e na minha plataforma sobram críticas.

Sim, alguns ajustes ainda são aguardados, mas que tal se focar em pontos positivos. A rigor é preciso melhorar a produção ofensiva do time.

Paulistão - 2026
Guarani tem sido positivo no Paulistão. Foto: Raphael Silvestre - GFC

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 27 (AFI) – O Guarani ganhou o jogo da Portuguesa, escapou da hipótese de rebaixamento no Paulistão, e na minha plataforma do Blog do Arihttps://blogdoari.futebolinterior.com.br/ – uma enxurrada de críticas, como se tivesse perdido.

Sim, alguns ajustes ainda são aguardados, mas que tal se focar em pontos positivos.

O goleiro Caíque França trouxe a necessária segurança.

O miolo de zaga com Maurício Antônio e Jonathan Costa deu a aguardada consistência.

Vê-se críticas aos volantes Willian Farias e Nathan Melo, mas ambos têm sido vigilantes na cabeça da área.

A rigor, Nathan Melo tem abusado de faltas duras e não se sabe até onde continuará a tolerância da arbitragem.

Problema dos volantes tem sido a sobrecarga.

O meia Isaque não é jogador de pegada e atacantes de beirada não fecham por dentro para acrescentar na marcação.

Sim, são coisas que cabem ao treinador Matheus Costa fazer a devida correção.

Paulistão - 2026
Guarani soube aproveitar vantagem numérica no Canindé.
Foto: Raphael Silvestre – GFC

LATERAIS DÃO CONTA DO RECADO

Cobrança aos laterais não se justificam, pois os rendimentos deles se restringem a isso.

Em relação a Emerson, cabe ao comandante explorar o atleta naquilo que ele tem de melhor, que é arrancar com bola e provocar desafogo no setor.

Quando chegar perto da área adversária, aí sim cabe aproximação de meia e atacantes, para continuidade das jogadas.

Do lado direito, quando Cicinho recuperar a condição física, vai poder criar jogadas, porque sabe jogar.

PROBLEMAS NO ATAQUE

Afora a velocidade do atacante de beirada Mirandinha, que tem criado embaraço aos defensores adversários, evidente que há concordância que os demais do setor continuam devendo.

Maranhão não tem mostrado o esperado como centroavante, mas no Maringá – ano passado – quem jogava de nove era Moraes.

Cabia a ele o papel de segundo atacante, e neste posicionamento foi muito bem.

Não seria o caso de um ajuste tático?

Até onde o Guarani possa ir neste Paulistão é difícil prognosticar, mas até abril, na largada da Série C do Brasileiro, é possível extrair mais dos jogadores, ou então providenciar busca de peças para os devidos encaixes.