A grave crise finacneira da Ponte Preta exige uma ampla discussão para se encontrar uma saída que não comprometa o time.
A atual diretoria foi legitimamente eleita, mas claro está a incapacidade de seus membros para administrar a caótica situação do clube.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 25 (AFI) – Como a situação financeira da Ponte Preta fugiu do controle, cabe discussão sobre o que fazer para que não haja uma explosão incorrigível.
Sim, a atual diretoria do clube foi legitimamente eleita em novembro passado, mas claro está a incapacidade de seus membros para administrar a caótica situação que o clube se encontra.
Logo, o recomendável seria o reconhecimento da incapacidade e, despida de vaidade, optar pela renúncia.
Se assim agisse, abriria espaço a quem tenha capacidade para gerir o destino do clube.

após empate da Ponte Preta com o Noroeste
CONSELHO DELIBERATIVO
Como é utopia imaginar essa hipótese, o primeiro passo – e de imediato – seria membros do Conselho Deliberativo solicitarem que seja pautado o pedido de destituição da atual diretoria.
A partir disso, conclamar os pontepretano para busca de alternativas paliativas.
O Guarani passou por situação semelhante em 2013, ocasião que o então presidente Álvaro Negrão comunicou que o clube corria risco de fechar as portas.
E qual a medida paliativa foi adotada para início de enfrentamento do problema?
O Guarani se amparou na benevolência do bugrino e empresário Nenê Zini para cessão de jogadores por empréstimo e gratuitamente.
ADAPTAÇÃO DO MODELO
Como ‘ene’ empresários do futebol por aí adoram empurrar jogadores aos clubes, uma das alternativas seria adaptação do modelo colocado em prática pelo Guarani, terceirizando o controle do futebol para aqueles plenamente confiáveis.
Seria um modelo similar aos adotados em SAF, para que o planejamento financeiro implique em sobra mensal de dinheiro ao clube, visando quitação de incontáveis débitos?
Claro que outras alternativas cabem no bojo das discussões, mas que sejam feitas apenas entre pontepretanos desprovidos de vaidade e revanchismo.
O atual estágio exige propósitos voltados exclusivamente ao clube.





































































































































