O atual time da Ponte Preta, derrotado pelo Capivariano, é o pior do Paulistão

Após três rodadas deste Paulistão, aquilo visto em campo é indiscutivelmente de o pior time do campeonato

Só houve uma 'clareada' à Ponte Preta com a queda de rendimento físico do Capivariano

BLOG DO ARI PONTE PRETA CAPIVARIANO
A Ponte ocupa a lanterna do Paulistão - Foto: Júlio César Costa / Especial PontePress

Campinas, SP, 17 (AFI) – Alô presidente da Ponte Preta, Antonio Torrano, e o vice Marco Eberlin: a sua torcida está agoniada por aquilo que viu nesta derrota por 2 a 0 para o Capivariano, na noite deste sábado, em Capivari.

Após três rodadas deste Paulistão, aquilo visto em campo é indiscutivelmente de o pior time do campeonato, com claro prenúncio de rebaixamento à Série A2, caso esses dirigentes não mudem o rumo do tal de transfer ban.

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O que esperar de um time incapaz de sair jogando, diante de uma marcação alta do adversário? Logo, sem capacidade para trocar passes, a boleirada recorreu aos chutões a todo instante, como se a equipe tivesse atacantes com vigor físico para disputa de jogadas.

Só houve uma ‘clareada’ à Ponte Preta com a queda de rendimento físico do Capivariano, no segundo tempo, e consequentemente mais espaços para que ela pudesse ‘respirar’.
Insisto: por que os atuais dirigentes quiseram disputar a eleição, pra deixar o futebol do clube nesta lamentável situação?

DIOGO SILVA SALVA

Não fosse o goleiro Diogo Silva, a Ponte deixaria o gramado do Estádio Carlos Colnaghi sofrendo goleada, e nem poderia haver lamentação.

Este horrível time da Ponte Preta, que foi a campo na noite deste sábado, pela terceira rodada do Paulistão, não exigiu sequer uma defesa do goleiro Guilherme Nogueira.

Se da molecada pouco pode-se esperar, pelo menos aguardava-se um rendimento melhor dos remanescentes da Série C do Brasileiro, da temporada passada.

Que nada!

O veterano volante Rodrigo Souza, improvisado na zaga, cometeu o erro infantil ao perder uma bola que estava em seu domínio e foi o culpado direto pela sequência da jogada, com arremete do centroavante Rodolfo e bola no canto esquerdo, aos 20 minutos.

Antes disso, em lances consecutivos, duas defesas do goleiro Diego Silva, aos seis minutos.
Primeiro numa hesitação de Rodrigo Souza e cabeceio de Mike.

No rebote, chute forte de Felipe Azevedo e Diogo Silva evitou o gol.

Aos 35 minutos, em passe de Felipe Azevedo e outro arremate de Rodolfo, novamente defesa do goleiro pontepretano.

SEGUNDO TEMPO EQUILIBRADO

No segundo tempo, foi visível a queda de rendimento físico do Capivariano, com troca de jogadores sem a mesma produtividade, e isso possibilitou que a Ponte Pretas tivesse mais posse de bola, sem que isso resultasse em melhoria.

Apesar disso, quando o time pontepretano deixou a defesa totalmente desprotegida, aos 50 minutos, o atacante Baianinho, do Capivariano, marcou o segundo gol.

Ele arrancou pela esquerda, livre de marcação, e o arremate rasteiro foi certeiro, no canto esquerdo.
Lamentável as atuações dos atacantes Bruno Lopes e Diego Tavares, que perderam quase todas as jogadas ofensivas, e sequer participaram das disputas de bola alongadas, facilitando o trabalho de destruição dos defensores do Capivariano.

Foi o período em que, apesar de contínuos erros de passes, a Ponte Preta rodou mais a bola.

ERROS DA MOLECADA

Tem sido praxe inocentar a garotada do sub-20 que precipitadamente tem sido escalada.

Hoje a constatação é clara: a garotada comete erros crassos de fundamentos, que deveriam ter sido corrigidos por seus treinadores nas categorias de base.

Erros de passes curtos, falta de discernimento sobre o tempo da bola, de dribles consecutivos e desnecessários, e por aí vai.

Portanto, foi muito mal calculado o aproveitamento de garotos que ainda precisam amadurecer.

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