O Corinthians mal voltou das curtas férias, enquanto a Ponte Preta ainda não conseguiu inscrever os seus reforços.
Se em circunstâncias normais o Corinthians seria franco favorito diante da Ponte Preta, o mesmo não se pode assegurar na largada do Paulistão
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 7 (AFI) – Se em circunstâncias normais o Corinthians seria franco favorito em confronto com a Ponte Preta, o mesmo não se pode assegurar nesta largada de Paulistão, a partir das 16h do próximo domingo, no Itaquerão?
Recapitulemos as últimas três semanas do Corinthians para uma avaliação mais criteriosa.
No domingo dia 21 de dezembro o clube sagrou-se campeão da Copa do Brasil, após aquela vitória por 2 a 1 sobre o Vasco, no Estádio do Maracanã.

Incontinenti, o elenco entrou no período de férias de 12 dias, com retorno às atividades no sábado passado.
Foi um período curto, porque elas foram parcialmente antecipadas no meio do ano passado, devido àquela parada do Brasileirão para os jogos da Copa do Mundo de Clubes.
E aí: o curto espaço de preparação será suficiente para recondicionamento do elenco?
PONTE PRETA E GREVE
Sim, dirão que os jogadores da Ponte Preta voltaram antes aos treinamentos, mas lembre-se que houve um curto período de greve pelo caminho.
Será que a boleirada seguiu o roteiro prescrito pela comissão técnica, para que se exercitasse voluntariamente?
Ora, é difícil precisar o estágio em que se encontram Corinthians e Ponte Preta. Logo, tudo pode acontecer neste confronto.
Não nos esqueçamos que este Paulistão foi transformado em ‘tiro curto’ de oito jogos na primeira fase.
Isso indica que uma derrota da Ponte Preta vai exigir imediata recuperação na rodada subsequente, quarta-feira seguinte, quando recepcionar o Velo Clube.






































































































































