Foi um jogo de correria pra cá e correria pra lá, sem a devida técnica. No fim, a derrota do Guarani na estreia na Copa SP.
É arriscada uma avaliação sobre garotos ainda em formação, mas ficou claro que o time bugrino está com muitos buracos do meio à defesa.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 4 (AFI) – Sei que o bugrino quer um comentário sobre a molecada da base nesta estreia com derrota para o Athletic (MG) por 1 a 0, na noite de sábado, pela Copa São Paulo de Júnior, em Assis.
Foi um jogo de correria pra cá e correria pra lá, sem a devida técnica.
O único jogador diferenciado, que pode ser apontado neste jogo, foi o atacante de beirada Kewin, pelo lado direito do clube mineiro.
Convenhamos que é arriscada uma avaliação precisa sobre garotos ainda em formação, mas ficou claro que o time bugrino está com muitos buracos do meio-de-campo à defesa.
Logo, depende de ajustes para melhor compactação.
APRIMORAR FINALIZAÇÕES
Também foi vista precipitação da ‘molecada’ do Guarani no momento das finalizações, não se precisando se pesou o estado emocional, em decorrência do resultado adverso logo no início, ou faltou treinamento específico para aprimoramento neste quesito.
Sim, citei que é precipitada avaliação de garotos ainda nesta faixa do sub-20, mas, nesta partida, o lateral-direito Pin mostrou-se bem abaixo dos demais.
Nem longe viu-se aquele atleta fogoso para avanços ao ataque, sem que compensasse como um baita marcador. Agora, que ele é tido como espertinho, isso é.
DRIBLOU O JUIZÃO
Durante falta favorável ao seu Guarani, no prolongamento da grande área adversária, aproveitou que o juizão estava de costas para a bola, organizando a barreira do clube mineiro, pra puxá-la gradativamente pra dentro, à procura de melhor ângulo.
Como o juiz não viu nada disso e ignorou reclamações de adversários, ele correu pra bola e simplesmente a ‘penou’.
E não é que ainda se atreveu a participar da maioria das cobranças de escanteios, como se pegasse bem na bola.
MEMÓRIAS DO FUTEBOL
Como ainda ecoa o assunto displicência do atacante Gabigol, naquela condenável ‘cavadinha’, no pênalti recuado ao goleiro corintiano Hugo Souza, nada como buscar o exemplo de cavadinhas no passado, que foi o meia Djalminha.
Ele é o personagem na coluna Memórias do Futebol, agora acessada no botão de áudio do link https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, e não mais no antigo espaço correspondente.
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