Copinha: os nomes mais curiosos e engraçados da edição 2026!

De Jacaré a Djhordney, da criatividade à homenagem: conheça os nomes mais curiosos e as histórias por trás da Copinha 2026.

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Competição reúne 128 clubes e volta a entreter também fora de campo com nomes e apelidos chamativos.

São Paulo, SP, 01 (AFI) – A contagem regressiva chegou ao fim. A Copa São Paulo de Futebol Júnior, a tradicional Copinha, terá início nesta sexta-feira (2), às 8h45, com o duelo entre Meia Noite e Real-RR, ambos estreantes na maior vitrine das categorias de base do futebol brasileiro. Mais tarde, equipes como Grêmio, Coritiba e Mirassol também estreiam na edição 2026 da competição.

Marcada entre os dias 2 e 25 de janeiro, a Copinha reúne 128 clubes, divididos em 32 grupos, com jogos espalhados por cidades de todo o estado de São Paulo. A final segue prevista para o dia 25 de janeiro, aniversário da capital paulista, no Pacaembu. O torneio mantém o formato tradicional: fase de grupos em turno único, 64 equipes classificadas ao mata-mata, jogos eliminatórios em partida única e decisão por pênaltis em caso de empate.

A lista de inscritos permite atletas nascidos até 2005, incluindo jogadores de 2006 a 2010, desde que estejam regularizados no BID da CBF e devidamente inscritos dentro dos prazos estipulados pela Federação Paulista de Futebol. Todas as 255 partidas terão transmissão entre Record, Record News, Xsports, Cazé TV e Paulistão Play.

NOMES QUE VIRAM ESPETÁCULO À PARTE

Se dentro de campo a Copinha projeta futuros profissionais, fora dele a competição anualmente ganha repercussão por outro motivo: os nomes, sobrenomes e apelidos inusitados que viram assunto nas redes sociais e arrancam risadas do público. Seja por criatividade, homenagem, herança familiar ou simplesmente por tradição da várzea, a lista chama atenção e reforça o lado mais espontâneo do futebol brasileiro.

Alguns são referências históricas ou culturais, outros têm origem internacional, alguns soam como personagens de literatura e há os clássicos apelidos típicos da base, que surgem na rua e atravessam categorias até chegar ao registro oficial em súmula.

OS NOMES MAIS CURIOSOS DA COPINHA 2026

Jacaré (Bragantino) – Apelido tradicional, geralmente associado a força e persistência, símbolo da irreverência do futebol raiz.

Loiola (Fluminense) – Sobrenome com origem na região espanhola de Loyola; no futebol, imprime personalidade e seriedade ao sistema defensivo.

Gorgulho (Fluminense) – Apelido raro, sem relação direta com o sentido literal; mais comum como marca de infância que se consolidou na base.

Negreiros (Athletic-MG) – Sobrenome tradicional, comum no Nordeste e Sudeste, carrega forte identidade familiar e cultural.

Wolmer (Náutico) – Nome pouco usual no Brasil, com possíveis origens germânicas; destaca-se pela sonoridade distinta.

Tetê (São Paulo) – Um dos apelidos mais conhecidos do país; diminutivo carismático que já se espalhou do futebol caseiro ao cenário internacional.

Lenin (Fortaleza) – Nome histórico, referência direta ao líder soviético, reforça a presença de homenagens familiares em registros cartoriais.

Kazim (Athletic-MG) – Nome de origem árabe que remete a autocontrole; incomum no cenário nacional, marca presença pelo diferencial.

Djhordney (São Paulo) – Criação fonética moderna, mistura influências culturais e simboliza a tendência contemporânea de nomes originais.

Leonício (Bragantino) – Derivado de nomes latinos ligados à força e liderança; sonoridade clássica com apelo tradicionalista.

Hwaskar (Fortaleza) – Nome raro, possivelmente ligado a raízes culturais incomuns no país; se destaca pela singularidade.

Mikel (Goiás) – Variação internacional de Miguel/Michael, presente em países da Europa e África, com identidade global.

Lukayann (Náutico) – Combinação moderna, próxima de Lucas e Ryan; síntese de tendências atuais no registro civil brasileiro.

UM ESPETÁCULO ALÉM DAS QUATRO LINHAS

A Copinha é reconhecida por revelar futuros talentos, mas também por preservar a essência popular do futebol brasileiro, onde apelidos colados na infância se tornam identidade e nomes criativos contam histórias de famílias, regiões e culturas.

Do campo ao cartório, da várzea ao profissional, a competição mantém viva a tradição de unir diversidade, espontaneidade e brasilidade. E, como todos os anos, promete entregar não apenas bons jogos, mas também personagens que o torcedor não esquece.