Analista Alê Favrin celebra título com a Ponte Preta e detalha função na campanha
Analista de desempenho da Ponte Preta, Alê Favrin comenta bastidores do acesso e do título da Série C, relembra trajetória como jogador e destaca evolução profissional.
Campinas, SP, 19 (AFI) – O analista de desempenho da Ponte Preta, Alê Favrin, viveu em 2025 um dos capítulos mais marcantes da história recente da Macaca. Natural de Valinhos e ex-jogador do clube, ele comemorou o acesso e o título da Série C, desta vez fora das quatro linhas, exercendo função determinante na preparação e no estudo dos adversários.
MOMENTO HISTÓRICO
Favrin descreveu a conquista como algo especial em sua trajetória, principalmente pela identificação com a Ponte Preta e pela chance de participar ativamente de uma campanha histórica.
“É um prazer imenso e estou muito feliz pelo momento, por fazer parte da história da Ponte Preta com o acesso e com o título”, destacou o analista.
DO CAMPO PARA A ANÁLISE
Antes de atuar nos bastidores, Alê teve carreira como jogador profissional. Ele relembrou que as lesões no joelho encurtaram sua trajetória dentro de campo, com cinco cirurgias — três de ligamento cruzado e duas de menisco — que o levaram a antecipar a aposentadoria.
Apesar disso, nunca deixou de buscar caminhos para permanecer no futebol.
“Eu sempre gostei muito da parte externa, de ver jogadores, de analisar tática. Quando parei, fui me preparando, fiz cursos, licenças e me especializei para voltar. Hoje continuo estudando, inclusive entrando em cursos de IA, porque o mercado exige evolução constante”, contou.
PAPEL NA PONTE PRETA
Há pouco mais de um ano e meio na Macaca, Favrin coordena sozinho o departamento de análise de desempenho — realidade diferente de clubes maiores, que contam com estruturas mais amplas.
“Na Ponte eu trabalho sozinho. Faço a gestão do departamento e as análises. Comparado a clubes grandes, que têm cinco ou seis analistas, aqui nós nos adaptamos e buscamos entregar o máximo possível”, explicou.
Mesmo com a estrutura enxuta, o profissional destacou que o trabalho coletivo foi fundamental para o acesso e para a conquista do título — mesmo sem a taça ter sido levantada oficialmente devido à invasão de campo no jogo final.
“É muito prazeroso fazer parte da história do clube em um ano tão representativo”, completou Favrin.





































































































































