Guardiola cita exemplo do Figueirense e defende clubes com pouco investimento

O técnico do Manchester City fez essas referências por conta de dois times ingleses que foram bastante prejudicados: Bury e Bolton

O técnico do Manchester City fez essas referências por conta de dois times ingleses que foram bastante prejudicados: Bury e Bolton

0002050412483 img

Campinas, SP, 01 (AFI) – Que o futebol é muito desigual, tudo mundo sabe. Porém alguns fatos mostram algumas deixam claro o quanto é difícil a vida dos times de menor investimento, seja no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo.

Até por conta disso, Pep Guardiola, um dos técnicos mais renomados mundialmente, deu uma declaração em defesa dessas equipes após a vitória do Manchester City no Campeonato Inglês e usou o que aconteceu com o Figueirense na Série B como exemplo.

VEJA AS DECLARAÇÕES DE GUARDIOLA !

player

“É um problema que queremos ver só os clubes grandes e esquecemos dos pequenos sempre. A sociedade está estruturada assim.

Os clubes deixam de existir porque não têm recursos, porque as federações não pagam, não têm patrocinadores.

Ficam sem ter o que fazer, e os grandes só se preocupam com o que é deles. Teria que ser um plano da federação, e não punir os jogadores ou o treinador, porque todos queremos que o Figueirense possa continuar na liga do Brasil e jogando futebol” afirmou Guardiola, em entrevista à DAZN, parceiro do Portal Futebol Interior.

Guardiola cita exemplo do Figueirense e defende clubes com pouco investimento

Guardiola cita exemplo do Figueirense e defende clubes com pouco investimento

OS PREJUDICADOS

O técnico do Manchester City fez essas referências por conta de dois times ingleses que foram bastante prejudicados esse ano: Bury e Bolton.

O primeiro foi retirado das ligas profissionais da Inglaterra, enquanto o segundo conseguiu evitar a exclusão por muito pouco.

PLANO VIÁVEL

“Mas precisa existir um plano de viabilidade econômica para que essas equipes possam subsistir.

Porque as pessoas querem ver as grandes equipes, do Brasil, ou de fora, e são tantas, tantas partidas que essas equipes pequenas vão pouco a pouco desaparecendo. É uma coisa mundial, temos que tentar fazer as federações darem um passo à frente”, completou.