Passes curtos e menos erros de passes têm ajudado o Guarani
Passes curtos e menos erros de passes têm ajudado o Guarani
Passes curtos e menos erros de passes têm ajudado o Guarani
Aí você há de questionar: o que o novato Thiago Carpini conseguiu fazer de diferente para tirar o Guarani na zona do atoleiro deste Brasileiro da Série B?
Teria ele a varinha mágica que não dispunha oa seus antecessores Vinícius Eutrópio e Roberto Fonseca, no comando técnico bugrino?
Para conquistar nove dos últimos 12 pontos disputados, foi imprescindível o Guarani contar com desdobramento dos jogadores, aplicadíssimos na marcação, cercando bem os espaços dos adversários, e com isso errando menos defensivamente.
Na vitória deste sábado sobre o Paraná, ficou bem claro que o time bugrino perdeu o medo de jogar, de sair tocando a bola no campo defensivo, coisa que outrora era trocada pela ligação direta, do chutão, com a segunda bola quase sempre do adversário, que recomeçava as jogadas
PASSES CURTOS
Jogadores bugrinos encurtaram a distância de um para o outro, são obedientes na orientação para troca de passes curtos, o que propiciou redução de dois terços nos erros neste quesito.
Claro que o time continuou errando como sempre quando tentou alongar a bola, ou prendê-la desnecessariamente.
Claro que o meio de campo continua sem criatividade, de forma que o atacante Davó seja obrigado a construir a própria jogada.
Todavia, de uma forma ou de outra, de vez em quando o Guarani visita a área adversária, e o centroavante Michel Douglas tem antecipado zagueiros adversários para a conclusão de jogadas.
Isso voltou a ocorreu contra o Paraná, quando aos 30 minutos do segundo tempo ele se antecipou ao zagueiro Eduardo e marcou a gol da vitória do time bugrino.
Vitórias consecutivas representam confiança. Aí, aquele jogador cabeça baixa se encoraja pra jogar, erra menos e, no frigir dos ovos, isso tem somatória considerável.
Você também afirma: se o Guarani ganhou de um time que ‘briga’ pelo G4, a vitória teria sido convincente.
Considerando-se que precisou marcar dois gols pra valer um, sim. Davó havia marcado e equivocadamente o bandeirinha Marciano da Silva Vicente marcou impedimento.
Méritos do Guarani na forte marcação, mas esse Paraná visto neste sábado sequer pode ser cogitado como quem briga pelo acesso. Até aquela voluntariedade de outras rodadas não foi visto.
ESCAPA DO REBAIXAMENTO?
Aí você volta a questionar se com o futebol praticado o Guarani escapa do rebaixamento.
Arrisca-se o entusiasta a afirmar que sim, embora já não se vê aquela pobreza técnica que irremediavelmente levaria a equipe à degola.
O sensato diria que o Guarani pode construir a trajetória sem risco se mantiver o baixo índice de erro defensivo, até porque tem criado pouco nas partidas, naturalmente pelas limitações técnicas do próprio elenco.
Se o futebol não fosse tão caprichoso, se poderia dizer que mais três pontos o Guarani colocaria na sacola diante do limitadíssimo time do Criciúma, apenas voluntarioso na derrota para o Vila Nova por 1 a 0. Esse jogo será terça-feira, em Campinas.
A rigor, Criciúma e Figueirense são dois seríssimos candidatos ao rebaixamento, se continuarem mostrando apenas essa pobreza técnica.
Aí, num raciocínio lógico as outras duas vagas da degola ficariam por conta de Guarani, São Bento, Vitória, Vila Nova, Oeste e Londrina.





































































































































