Primeiro tempo da Ponte Preta contra o Cuiabá teve cara de time de acesso

Primeiro tempo da Ponte Preta contra o Cuiabá teve cara de time de acesso

Primeiro tempo da Ponte Preta contra o Cuiabá teve cara de time de acesso

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1 – Analistas de futebol – e me incluo no contexto – procuraram discutir racionalidade no futebol deste Brasileiro da Série B, quando tardiamente a diagnóstico é de irracionalidade.

1A – E quando se cai nesta incredulidade sobre real potencial de cada clube – exceto o Bragantino – dá pra afirmar que se a Ponte Preta repetir na sequência da competição o rendimento mostrado no primeiro tempo diante do Cuiabá, seu torcedor deve riscar o rojão pra comemorar o acesso.

2 – Entenderam bem? Disse isso nesta terça-feira na Rádio Brasil, no programa ‘Brasil Esporte Clube’, convencionando repetição daquilo que ela mostrou no primeiro tempo de sábado passado, e projetando que prevaleça a lógica de o treinador Gilson Kleina proceder o retorno de Marquinhos à equipe, quando estiver devidamente recuperado, e no lugar de Gerson Magrão, naturalmente com a manutenção do garoto Vico no ataque.

3 – Antes que você suspeite se desta forma o time não ficaria exposto, cabe esclarecer que tanto Marquinhos como Vico têm vitalidade para o devido recuo à marcação. Portanto, não há perda na competitividade à frente da zaga, e há ganho de duas alternativas de ataque pelas beiradas do campo, que resultaria em mais abastecimento ao centroavante Roger.

4 – Da mesma forma que analista critica treinador por suposto erro, igualmente precisa reconhecer o seu equívoco.

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4A – Cobrei a volta ao time pontepretano do lateral-esquerdo Diego Renan antes do jogo com o Cuiabá, mas Gilson Kleina convenceu a todos nós que no momento há vantagem com a efetivação de Trevisan no setor, mesmo que improvisado.

4B – Primeiro porque foi corrigido o posicionamento dele, que já usa mais o corredor pra marcar. Depois porque a escalação dele aumenta a estatura do miolo de zaga no jogo aéreo ofensivo do adversário.

4C – Não nos esqueçamos que os laterais Arnaldo e Diego Renan são jogadores de estatura mediana, e alguma alternativa convincente teria que ser buscada.

4D – O que difere Diego Renan e Trevisan na saída de bola do campo defensivo? Diego é condutor e sabe levá-la até a intermediária do campo adversário. Ponto. Daí pra frente é uma interrogação. Trevisan não tem a mesma mobilidade, mas sabe alongar a bola e mostra mais eficiência na marcação.

5 – Foi voz uníssona de que o Guarani dificilmente sairia do caldeirão do diabo sem a chegada de reforços. Pois o único reforço já estava na casa – caso de Crispim recuperado de lesão – e o time já chegou no purgatório.

5A – Neste espaço de críticas propositivas, foi mostrado que a defesa bugrina estava exposta e que um cinturão de rigorosa marcação à cabeça da área seria imprescindível. Como o treinador interino fez mais de que isso, claro que é o principal responsável pela recuperação.

6 – Fissurados por futebol, como eu, desperdiçam tempo precioso para assistir Vila Nova e Criciúma, que empataram por 1 a 1 em jogo fraquíssimo, na capital goiana.

7- A noite de terça foi salva pela rivalidade de River Plate e Boca Junior, que começaram a decidir vaga de finalista da Libertadores.