Série A3: Dirigente do Rio Preto lamenta formato da competição

O campeão vai receber uma premiação de R$ 110 mil pela conquista do título

O campeão vai receber uma premiação de R$ 110 mil pela conquista do título.

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São José do Rio Preto, SP, 28 (AFI) – Na última quarta-feira(23), aconteceu o Conselho Arbitral do Campeonato Paulista da Série A3. O Rio Preto esteve representado por um funcionário do clube na ausência do presidente José Eduardo Rodrigues, que por motivos particulares não pode comparecer na Federação Paulista de Futebol, na Barra Funda.

Mesmo assim, o dirigente esmeraldino lamentou e criticou a conduta de alguns dirigentes pelo sistema da fórmula de disputa da competição que começa no dia 26 de janeiro e termina no dia 17 de maio. O campeão vai receber uma premiação de R$ 110 mil pela conquista do título.

RODRIGUES COM A PALAVRA

(Foto: Rodrigo Corsi / FPF)
(Foto: Rodrigo Corsi / FPF)

“Infelizmente alguns clubes não se ajudam e depois ficam ai chorando as ‘mingas’ em cumprir seus compromissos financeiros.”

“Deixam muito insatisfeito porque é uma fórmula injusta com turno único onde você enfrentam os clubes numa única vez no campo do adversário.”

“Infelizmente e novamente a regionalização do campeonato proposta pelo Rio Preto não foi aprovado sendo que no ano passado no conselho arbitral eu já tinha feito essa mesma proposta no que se refere na economia, na eficiência e na utilização”, continuou.

PROPOSTAS

Assim, os clubes da região jogariam entre em si em turno e returno, classificando-se os quatro primeiros colocados. O mesmo acontecendo com os clubes próximos a São Paulo, que formariam outro grupo classificando também os quatro melhores colocados, fazendo o octogonal final.

Para não prejudicar nenhuma agremiação com relação ao descenso, faria um quadrangular da morte envolvendo os dois últimos colocados de cada chave. Após o quadrangular final os últimos cairiam para a Segunda Divisão, Sub-23, em 2021.

RECLAMAÇÃO

“Inexplicável e não há justificativa e vou citar um exemplo: o São Bernardo se vier jogar aqui em São José do Rio Preto, Bauru ou Olimpia, eles terão um gasto extensivo com viagem, hospedagem e despesa enorme de locomoção.”

“Vale também para o Rio Preto ter que se deslocar até essa cidade ou outa. O Noroeste e o São Bernardo tiveram a grande oportunidade de compartilhar com a nossa proposta, mas infelizmente eles foram contrários numa fórmula de disputa absurda e deficitária”, finalizou o dirigente rio-pretense.