Deuses dos estádios impediram que vencesse o antijogo. Comemore Mengo!

Uma virada emocionante nos minutos finais, faz justiça ao melhor time brasileiro do momento. Parabéns, Flamengo !

Deuses dos estádios impediram que vencesse o antijogo; comemore Mengo

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Cera, catimba, antijogo e vantagem por 1 a 0 do River Plate prevaleceram no Estádio Nacional de Lima (PER) até aos 43 minutos do segundo tempo, da final da Libertadores. Aí o artilheiro Gabigol decidiu com dois gols e garantiu o título ao Flamengo.

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Partidarismo a parte, foi uma delícia ver a cara do treinador Gallardo, do River Plate, perplexo e olhando para o vazio quando o Flamengo precisou de quatro minutos para virar o placar.

Claro que foi ele quem orientou o seu time para o antijogo, principalmente depois que seu atacante Borré aproveitou indecisão dos volantes Arão e Gerson, do Flamengo, para colocar o River em vantagem aos 14 minutos do primeiro tempo.

Foi o merecido castigo para um time que demorava uma eternidade para cobranças de laterais, faltas, escanteios e tiro de meta. Que se preocupava em cavar faltas, provocar discussões inócuas com a arbitragem para ganhar tempo.

Foi bem feito pra quem picotou o jogo o tempo todo com conivência do juizão.

Se o River vencesse, seria colocado em xeque a proposta ofensiva do Flamengo. Ressuscitariam o chato bordão que em decisão vale a pena cautela defensiva.

TÁTICA ARGENTINA

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Apesar dessa repudiada catimba, tem-se que reconhecer que taticamente o time argentino é bem disciplinado em campo.

Utiliza aplaudida variação de marcação, por vezes na saída de bola do adversário, forçando-o ao erro.

No geral, povoou bem o meio de campo, e com isso restringiu a capacidade de criação do Flamengo, que só começou a ameaçar quando se constatava desgaste físico do River Plate.

GABIGOL

Do jogo deste sábado, uma das lições pra treinadorzada é que o goleador jamais deve ser substituído, mesmo quando o rendimento é pífio, caso de Gabigol. Um ou dois lances de lucidez e pronto.

Pois aos 43 minutos do segundo tempo, Bruno Henrique fez jogada pessoal, serviu Arrascaeta, que cruzou para Gabigol.

Aos 47 minutos, na única vez que ganhou disputa do zagueiro Pinola, saiu o gol da vitória.

LIÇÃO QUE FICA

Como vai disputar o Mundial de Clubes, o Flamengo precisa se condicionar para escapar de dura marcação, quando os espaços de atacantes são encurtados.

Gabigol, Bruno Henrique, Everton Ribeiro e Arrascaeta precisam ir ao encontro da bola, em vez de esperá-la nos pés. Nisso os argentinos sabem fazer melhor.

AMARAL NO CADÊ VOCÊ

Por fim, está no ar novo texto da coluna Cadê Você. São histórias do campineiro Amaral, revelado pelo Guarani e já escalado na equipe principal aos 16 anos de idade.

Ainda no Guarani ele chegou à Seleção Brasileira, e em 1978 passou a defender o Corinthians.