Vândalos do Cruzeiro causam inveja em Pasquale com protesto intelectual
"Diretoria quilingue" e "sevandijas" foram utilizadas em pichações na sede do clube e na Toca da Raposa
"Diretoria quilingue" e "sevandijas" foram utilizadas em pichações na sede do clube e na Toca da Raposa
Belo Horizonte, MG, 26 (AFI) – O professor Pasquale deve estar com inveja diante da cultura de alguns vândalos que se dizem torcedores do Cruzeiro. Parte da “torcida” pichou os muros da sede do clube e da Toca da Raposa com palavras pouco usadas no futebol e no dia a dia do brasileiro.
Para entender a revolta celeste é preciso ter um dicionário na mão ou consultar o próprio Pasquale. A última dos pichadores foi “Diretoria quilingue”, pichado na sede da Raposa no Barro Preto, bairro de Belo Horizonte. A expressão significa “cultura da corrupção”, da “desonestidade”.
Antes, os cruzeirenses já haviam criticado a diretoria com “sevandijas”. A Toca da Raposa foi pichada com a palavra que se refere a “vermes” e “parasitas”. Recado novamente dado à diretoria do clube que briga contra o rebaixamento na Série A do Campeonato Brasileiro.
O Cruzeiro fechou a 34ª rodada dentro da zona de rebaixamento. A Raposa ocupa a 17ª colocação com apenas 36 pontos. O próximo desafio será de seis pontos contra o também ameaçado CSA na quinta-feira, às 21h30, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.





































































































































